BLOG

Últimos artigos.

Rotina de estudos eficiente para o vestibular

Estudantes que chegam bem ao vestibular raramente são os que estudaram mais horas nos últimos meses. São, em geral, os que construíram uma rotina consistente ao longo do ensino médio, distribuindo o aprendizado de forma equilibrada e sustentando o esforço sem entrar em colapso na reta final. A preparação eficiente começa muito antes da véspera da prova. O segundo ano do ensino médio costuma ser o momento ideal para estruturar os estudos com mais foco. Iniciar no terceiro ano não inviabiliza nada, mas exige ritmo mais intenso e margem menor para ajustes. Quanto mais cedo o estudante organiza sua rotina, mais tempo terá para consolidar conteúdos, identificar lacunas e desenvolver o autoconhecimento que faz a diferença na hora de estudar com eficiência. Como montar uma rotina que se sustenta Uma rotina de estudos eficiente não é a mais cheia — é a mais honesta com a realidade de quem a segue. Cronogramas com doze horas diárias de estudo funcionam por alguns dias e desmoronam na sequência, deixando o estudante mais culpado e menos produtivo do que antes. O ponto de partida é mapear o tempo disponível de verdade: horários de aula, deslocamentos, refeições, sono e atividades que não podem ser eliminadas. O que sobra é o tempo real para estudar. Distribuir esse tempo de forma equilibrada entre revisão de conteúdo, resolução de exercícios e simulados é mais eficaz do que concentrar tudo em longas sessões esporádicas. A técnica Pomodoro oferece uma estrutura prática: blocos de 25 a 50 minutos de estudo focado, seguidos de pausas curtas de cinco a dez minutos. Após quatro ciclos, uma pausa mais longa. Esse ritmo evita a sobrecarga mental, mantém a concentração e permite que o cérebro processe o que aprendeu. O descanso não é perda de tempo — é parte do processo de aprendizagem. "Estudar muito e estudar bem são coisas diferentes", afirma Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. "O estudante que aprende a gerenciar seu tempo e a reconhecer seus limites chega ao vestibular com muito mais consistência do que aquele que tenta compensar meses de desorganização em poucas semanas." O papel dos simulados e da revisão Resolver provas antigas e simulados regularmente é uma das práticas mais eficazes na preparação para o vestibular. Não porque repete conteúdo, mas porque familiariza o estudante com o formato das questões, o tempo disponível e a pressão de responder sob condições semelhantes às da prova real. Fazer um simulado e não analisar os erros, no entanto, desperdiça boa parte do benefício. O momento mais valioso não é o de resolver as questões, mas o de entender por que as erradas estavam erradas. Esse diagnóstico orienta o estudo seguinte e evita que o estudante invista tempo em conteúdos que já domina enquanto deixa lacunas sem preencher. A revisão periódica do que já foi estudado também é indispensável. O cérebro consolida informações pelo processo de recuperação — quanto mais vezes um conteúdo é acessado em intervalos espaçados, mais durável se torna na memória. Reservar momentos semanais para revisar o que foi estudado nos dias anteriores aumenta significativamente a retenção. Ansiedade faz parte, mas pode ser gerenciada A taxa de ansiedade entre adolescentes de 15 a 19 anos no Brasil supera 157 casos para cada 100 mil pessoas, segundo dados de saúde pública — número muito acima da média adulta. O vestibular concentra expectativas familiares, sociais e pessoais num único momento, o que naturalmente intensifica esse quadro. Sentir ansiedade diante de uma prova importante não é sinal de fraqueza nem de despreparo. É uma resposta normal a uma situação de pressão. O problema surge quando essa ansiedade compromete o sono, a concentração e a capacidade de estudar. Reconhecer os sinais precocemente permite agir antes que o estresse se torne debilitante. Técnicas de respiração são ferramentas acessíveis e eficazes. A respiração 4-7-8 — inspirar pelo nariz em quatro tempos, segurar por sete e expirar pela boca em oito — ativa o sistema nervoso parassimpático e reduz rapidamente a sensação de tensão. Cinco minutos de atenção à respiração antes de começar a estudar já fazem diferença perceptível na qualidade do foco. Atividade física regular, sono consistente e alimentação equilibrada não são hábitos secundários à preparação — são parte dela. O exercício físico libera endorfinas que regulam o humor e reduzem o estresse. O sono é quando o cérebro consolida o aprendizado do dia. Negligenciar esses pilares em nome de mais horas de estudo costuma produzir resultado inverso ao esperado. O que a família pode fazer "O ambiente de casa influencia diretamente a qualidade do estudo", reforça Derval Fagundes de Oliveira. "Famílias que criam espaço para conversar sobre as dificuldades do filho, sem transformar cada conversa numa cobrança de resultado, fazem uma diferença enorme no equilíbrio emocional do estudante." Pressão excessiva, comparações com outros estudantes e expectativas irrealistas aumentam a ansiedade sem melhorar o desempenho. O que ajuda é garantir condições básicas: alimentação adequada, respeito aos horários de estudo e sono, e disponibilidade para ouvir quando o jovem precisar falar. Incentivar momentos de lazer e descanso não é sabotagem à preparação — é manutenção da saúde mental que sustenta o esforço de longo prazo. Estudantes que não têm nenhum espaço de descompressão chegam à reta final do vestibular esgotados, exatamente quando precisariam estar mais inteiros. Quando buscar ajuda Sintomas persistentes como insônia frequente, dificuldade de concentração que não melhora com pausas, pensamentos negativos recorrentes sobre o futuro ou isolamento social são sinais de que o estresse ultrapassou o que estratégias de autocuidado conseguem resolver sozinhas. Nesses casos, buscar apoio psicológico é a decisão mais inteligente — e mais corajosa. O vestibular é uma etapa importante, mas não define o valor nem o futuro de ninguém. Existe mais de um caminho para a carreira desejada, e a primeira tentativa raramente é a última oportunidade. Manter essa perspectiva ao longo da preparação ajuda a calibrar o esforço sem transformá-lo em sofrimento. Para saber mais sobre vestibular, visite https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/dicas/5-dicas-para-controlar-a-ansiedade-na-epoca-de-vestibular e https://www.terra.com.br/noticias/educacao/enem/6-dicas-para-cuidar-da-saude-mental-antes-do-vestibular,bbb7591f12ed37d67cace9a14a58047d7ph3lw0n.html  


Data: 23/02/2026

História infantil e desenvolvimento emocional na escola

Uma história infantil bem contada provoca identificação emocional, estimula o pensamento simbólico e ajuda a criança a nomear o que sente — tudo isso sem que ela perceba que está aprendendo. Pesquisas em psicologia do desenvolvimento confirmam que o contato regular com narrativas fortalece competências socioemocionais, amplia o vocabulário e desenvolve funções cognitivas como atenção, memória e raciocínio sequencial. Esse conjunto de efeitos coloca a literatura infantil em posição central no desenvolvimento da criança — não como atividade de entretenimento reservada aos momentos livres, mas como prática pedagógica com objetivos claros e resultados mensuráveis. Emoções em cena Quando uma criança acompanha um personagem enfrentando o medo de dormir sozinho, a tristeza de perder um amigo ou a raiva de ser tratada de forma injusta, ela está exercitando a inteligência emocional. A ficção oferece distância segura para lidar com sentimentos intensos — o que seria difícil de processar diretamente se torna manejável quando mediado pela narrativa. Contos clássicos como "O Patinho Feio", "João e Maria" e "A Bela e a Fera" não são apenas histórias de aventura. Cada um deles aborda conflitos emocionais universais — inadequação, abandono, medo do diferente — que ressoam na experiência concreta de crianças em diferentes fases do desenvolvimento. Ao acompanhar como os personagens enfrentam esses conflitos, os pequenos constroem repertórios emocionais que usarão em suas próprias situações. "Quando a criança se identifica com um personagem, ela aprende a olhar para dentro sem perceber que está fazendo isso", afirma Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. "A história cria um espelho seguro para sentimentos que, às vezes, a criança não sabe nem que tem". O pensamento simbólico e o que ele abre Histórias com dragões, florestas encantadas, objetos mágicos e animais que falam não são apenas fantasia: são a linguagem natural do pensamento infantil em formação. Ao processar que a bruxa pode representar um medo interno ou que o objeto mágico simboliza um recurso que o personagem já carregava consigo, a criança desenvolve o pensamento simbólico — capacidade de compreender que uma coisa pode representar outra. Esse raciocínio é a base de praticamente todo aprendizado formal posterior. Na alfabetização, letras representam sons. Na matemática, números representam quantidades. Nas ciências, modelos representam fenômenos reais. A criança que exercitou o pensamento simbólico por meio das narrativas chega a esses campos com uma vantagem cognitiva concreta. O psicanalista Carl Gustav Jung identificou nas histórias infantis a presença de arquétipos — padrões que aparecem em culturas diferentes e ao longo do tempo, como o herói, o sábio, a figura protetora, a sombra. Esses elementos ajudam a criança a organizar sua compreensão sobre o mundo e sobre si mesma, oferecendo estruturas simbólicas para processar experiências que ainda não sabe articular em palavras. Empatia, valores e convivência A empatia se desenvolve quando a criança aprende a ocupar o ponto de vista de outra pessoa. As histórias oferecem esse exercício de forma sistemática: acompanhar um personagem significa, por definição, ver o mundo pelos olhos de alguém diferente de você. Esse processo tem efeitos diretos na convivência social. Crianças expostas regularmente à literatura tendem a apresentar maior facilidade para reconhecer as emoções dos outros, o que se reflete em relações mais colaborativas e menos conflituosas dentro e fora da escola. A construção de valores também acontece por essa via. Fábulas como "A Tartaruga e a Lebre" e "Os Três Porquinhos" não impõem lições morais — elas apresentam situações e deixam a criança chegar às suas próprias conclusões. Esse processo de construção ativa é muito mais eficaz do que a instrução direta, porque envolve raciocínio, julgamento e identificação pessoal. "A história bem escolhida faz a criança pensar, e pensar sobre valores é o começo da formação do caráter", reforça Derval Fagundes de Oliveira. Como a escola e a família potencializam esse aprendizado A forma de apresentar a história influencia diretamente seu impacto. Um contador que usa entonação variada, expressões faciais e gestos cria uma experiência multissensorial que aumenta o engajamento e facilita a compreensão — especialmente para crianças que ainda não leem. O uso de fantoches, objetos e ilustrações amplia esse efeito, mas o elemento central permanece sendo a relação entre quem conta e quem ouve. Depois da história, a conversa sobre o que foi narrado tem valor pedagógico próprio. Perguntas abertas — "O que você teria feito no lugar do personagem?" ou "Como você acha que ele se sentiu naquele momento?" — desenvolvem oralidade, pensamento crítico e capacidade argumentativa. Esse espaço de reflexão transforma a contação em experiência coletiva de aprendizado. Em casa, o papel da família é insubstituível. Crianças que ouvem histórias regularmente antes de dormir criam associações positivas com os livros desde cedo. Ver adultos lendo, ter livros acessíveis no ambiente doméstico e participar de conversas sobre personagens e tramas são fatores que influenciam diretamente a formação de leitores. A transição da escuta para a leitura autônoma tende a ocorrer de forma natural quando a criança construiu uma relação prazerosa com as narrativas. O hábito da leitura, uma vez estabelecido, sustenta ganhos que se acumulam ao longo de toda a vida escolar: vocabulário mais amplo, maior capacidade de compreensão de textos, pensamento crítico mais desenvolvido e facilidade para aprender em qualquer área do conhecimento. Da história à identidade Além dos efeitos cognitivos e emocionais, as narrativas cumprem uma função cultural que costuma passar despercebida: transmitem memória, valores e formas de ver o mundo de uma geração para a próxima. Contos populares brasileiros, lendas indígenas, histórias afro-brasileiras e narrativas de diferentes matrizes culturais apresentam às crianças a diversidade que compõe a identidade nacional. Esse contato com diferentes culturas e cosmovisões, mediado pela ficção, desenvolve respeito à diversidade e senso de pertencimento — a criança aprende que faz parte de algo maior do que sua experiência imediata, e que há sabedoria acumulada nas histórias que chegaram até ela. Quando a literatura infantil ocupa espaço consistente na rotina escolar e familiar, seus efeitos se acumulam de forma silenciosa e duradoura — na criança que consegue nomear o que sente, no estudante que lê com prazer, no jovem que consegue se colocar no lugar do outro. Para saber mais sobre história infantil, visite https://www.culturagenial.com/historias-infantis-contos-para-criancas/ e https://escoladainteligencia.com.br/contacao-de-historias-na-educacao-infantil/  


Data: 20/02/2026

Alegria e orgulho marcam a Festa dos Aprovados no Anglo Salto

Começar o ano comemorando 101 aprovações tem um significado especial. Esse foi o número alcançado pelos alunos do Colégio Anglo Salto, com conquistas em cursos concorridos e em universidades públicas e privadas de todo o país. O número representa disciplina, constância e um trabalho construído ao longo de toda a vida escolar e principalmente durante o Ensino Médio. A Festa dos Aprovados foi um momento de abraços, histórias em celebração e metas para novas etapas de vida. Ao lado dos professores, os estudantes comemoraram cada resultado: com orgulho e alegria!   Uma celebração que uniu duas unidades A comemoração aconteceu na Chácara Primavera, entre Itu e Salto, reunindo alunos das duas unidades. O encontro reforçou a parceria entre os colégios e transformou o evento em uma grande celebração coletiva. Enquanto o Anglo Salto comemora 101 aprovações, o Anglo Itu celebra 94 conquistas em universidades de todo o Brasil, veja Festa da aprovação 2026 | Colégio Anglo Itu. Juntas, as unidades mostraram que dedicação, método e acompanhamento geram resultados consistentes. A festa teve abadás personalizados, música com DJ, escola de samba, churrasco e muitos registros emocionantes. Mas o que realmente marcou a noite foi a energia de realização. Cada família presente sabia o tamanho do caminho percorrido até ali. Segundo o diretor, Derval Fagundes de Oliveira, o diferencial está na proximidade. “O compromisso não é genérico, é individual. A equipe acompanha passo a passo, identifica dificuldades, reconhece avanços e comemora cada conquista junto com o estudante”, afirma. Preparação que acontece todos os dias Resultados assim não nascem apenas na véspera do vestibular. Eles são construídos na rotina. No Anglo Salto, o acompanhamento é próximo e individual. Coordenadores e professores monitoram o desempenho de cada estudante, analisam estratégias de estudo, ajustam rotas quando necessário e oferecem feedback constante. A proposta é simples: entender que cada aluno tem ritmo, desafios e sonhos próprios. Os simulados periódicos cumprem um papel importante nesse processo. Mais do que medir conteúdo, eles treinam gestão de tempo, controle emocional e postura diante da prova. O aluno aprende a administrar ansiedade, interpretar enunciados com atenção e tomar decisões estratégicas. A redação recebe atenção especial. A prática frequente, as correções detalhadas e o desenvolvimento de repertório ajudam o estudante a construir argumentos consistentes e claros. Em cursos de alta concorrência, cada ponto conta e esse cuidado tem sido determinante. Veja nesta matéria: Redação no topo do Enem | Colégio Anglo Salto e Redação | Colégio Anglo Salto Além disso, os aulões temáticos reforçam conteúdos estratégicos, revisam pontos de maior incidência nas provas e consolidam a segurança dos alunos para enfrentar qualquer modelo de vestibular. Preparação vestibular | Colégio Anglo Salto   Muito além da aprovação A Festa dos Aprovados vai além da comemoração de resultados. Ela simboliza o fechamento de um ciclo e o início de outro. Entre os 101 alunos do Anglo Salto, existem histórias de superação, de persistência diante das dificuldades e de amadurecimento ao longo dos anos. Quem passa pelo Anglo Salto não leva apenas uma aprovação. Leva disciplina, método, autonomia e confiança para enfrentar os próximos desafios acadêmicos. A Festa dos Aprovados foi, acima de tudo, um agradecimento coletivo: aos professores que orientam, às famílias que apoiam e aos alunos que não desistem. Porque cada conquista celebrada ali começou muito antes da prova — começou na decisão de se dedicar todos os dias. E quando o trabalho é contínuo, os resultados aparecem.  


Data: 18/02/2026

Anglo Salto

Por que estudar na nossa Escola?

Com muita alegria, os alunos do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) do Colégio Anglo Cidade de Salto receberam os familiares e amigos para a realização da Noite dos Pais. O evento, com decoração de máscaras, teve como objetivo celebrar o programa “Líder em Mim” em nossa escola e apresentar os 8 hábitos de maneira dinâmica e significativa.

Diferenciais

Nossa escola também é DIGITAL e os alunos tem a disposição a nova era da Educação! Confira nossas Edtechs.

Segmentos de Ensino

Nossa Escola, o Colégio

Para nós, uma educação de excelência se faz com ótimos professores, com um material didático de ponta, com um ambiente de aprendizagem estimulante e confortável, com acolhimento e com projetos eficientes. Desde que tudo isso esteja junto.

Imagem Podcast Imagem Podcast Mobile

Notícias e Eventos

Fique por dentro!

Acompanhe tudo que acontece em nossa escola, confira todas as nossa notícias e eventos.

GABARITO - Concurso de Bolsas Extensivo 2026

GABARITO - Concurso de Bolsas [...]

Prova para estudantes de escolas públicas

Prova para estudantes de escol[...]

GABARITO - Desafio 2026

GABARITO - Desafio 2026[...]

DEIXE SEU DEPOIMENTO

Deseja fazer sua avaliação?

Ela é muito importante para nós!

"Fiz parte dessa trajetória incrível, que acrescentou maravilhosamente no meu crescimento pessoal e profissional ❤️."

"Escola magnífica. Fiz a melhor escolha de estudar neste querido colégio, onde todos são muito profissionais e dedicados..."