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Teatro no Anglo Salto desenvolve habilidades para a vida

Durante muito tempo, o teatro na escola foi visto apenas como uma atividade pontual — restrita a apresentações de fim de ano ou datas comemorativas. Hoje, a realidade é diferente. As demandas da infância e da adolescência mudaram, e a educação também precisou evoluir. O  Projeto pedagógico | Colégio Anglo Salto entende que formar alunos preparados para o mundo atual vai muito além do conteúdo acadêmico. É preciso desenvolver comunicação, inteligência emocional, criatividade, autonomia e convivência. E é justamente nesse cenário que a aula extra de Teatro ganha destaque. Mais do que decorar falas ou subir ao palco, o teatro é uma poderosa ferramenta de desenvolvimento humano. Ele ajuda crianças e adolescentes a se expressarem melhor, a lidarem com a timidez, a falarem em público com segurança e a trabalharem em equipe. Em tempos em que muitos jovens passam horas diante das telas, no quarto, conectados ao mundo virtual, o teatro convida ao movimento, ao olhar no olho, ao riso compartilhado e à presença real. No Anglo Salto, as aulas acontecem uma vez por semana e atendem alunos desde a fase final da Educação Infantil até o Ensino Fundamental II. Isso significa que o trabalho é adaptado às diferentes faixas etárias, respeitando o momento de desenvolvimento de cada grupo.   Expressão, confiança e convivência O teatro é corpo, é voz, é emoção. Os alunos participam de jogos teatrais, exercícios de improvisação, dinâmicas de expressão corporal e atividades que estimulam a espontaneidade. Para os pequenos da Educação Infantil, o teatro contribui para o desenvolvimento da coordenação motora, da imaginação e da socialização como pode conferir nesta matéria: Líder em Mim e teia da amizade | Colégio Anglo Salto. Ao brincar de faz de conta, a criança aprende a organizar pensamentos, a contar histórias e a compreender emoções. Já para os alunos do Ensino Fundamental, os benefícios se ampliam. A prática teatral auxilia na comunicação oral, melhora a postura, fortalece a dicção e desenvolve segurança para falar em público, habilidade tanto na vida escolar quanto no futuro profissional. Muitos estudantes que inicialmente demonstram timidez encontram no teatro um espaço acolhedor para se expressar. Aos poucos, ganham confiança, aprendem a se posicionar e descobrem que suas ideias têm valor. Além disso, o teatro ensina convivência. Em cena, ninguém faz nada sozinho. É preciso escutar, respeitar o tempo do outro, colaborar e confiar no grupo. Essas competências socioemocionais são fundamentais para a formação integral do aluno. Em uma escola moderna e atenta às necessidades atuais como o Anglo Salto, oferecer teatro como atividade extra não é apenas uma opção criativa — é uma escolha pedagógica alinhada às demandas do século XXI.   Experiência longe das telas Nunca se falou tanto sobre desenvolvimento socioemocional quanto agora. Pais e educadores sabem que crianças e adolescentes precisam de experiências que equilibrem o tempo de tela com atividades presenciais. O teatro cumpre esse papel com excelência. Ele convida o aluno a sair do quarto, levantar da cadeira, movimentar o corpo, explorar gestos, expressões faciais e diferentes formas de comunicação.  O envolvimento dos alunos nas aulas de Teatro do Anglo Salto é visível. Eles participam com entusiasmo, aguardam o momento da aula com expectativa e demonstram, na prática, evolução na postura, na fala e na interação com os colegas. Outras aulas extras O Colégio acredita em uma formação ampla e oferece também outras atividades extracurriculares que enriquecem a vivência escolar. Entre elas, aulas de capoeira, dança, xadrez e esportes. Cada modalidade contribui de maneira única para o desenvolvimento físico, cognitivo e emocional dos alunos. A capoeira trabalha ritmo, coordenação e cultura. A dança estimula expressão corporal e criatividade. O xadrez desenvolve raciocínio lógico e concentração. Os esportes fortalecem disciplina, trabalho em equipe e hábitos saudáveis. Esse conjunto de atividades mostra que o Anglo Salto é uma escola que entende que educação não se limita à sala de aula tradicional, mas se constrói também nos palcos, nas quadras, nos tabuleiros e nos movimentos do corpo. Porque formar para o futuro é, também, ensinar a falar, a sentir, a conviver e a se expressar com confiança.  Veja mais no blog: Aulas dinâmicas | Colégio Anglo Salto e Líder em Mim | Colégio Anglo Salto


Data: 04/03/2026

Brincar e aprender: a base do desenvolvimento infantil

Brincar é a principal forma de expressão da infância e um dos caminhos mais potentes para a aprendizagem. Quando uma criança cria histórias, organiza objetos, simula papéis sociais ou transforma o ambiente em cenários imaginários, ela não está apenas se divertindo. O ato de brincar mobiliza linguagem, pensamento simbólico, emoções, relações sociais e habilidades motoras. Por isso, compreender como o brincar estrutura o desenvolvimento ajuda pais e educadores a reconhecerem seu papel central no processo de aprender. O brincar funciona como uma linguagem própria, por meio da qual a criança interpreta o mundo e organiza suas experiências. Em uma brincadeira de faz de conta, por exemplo, ela experimenta papéis sociais, testa hipóteses e cria narrativas que ampliam sua compreensão da realidade. Essa capacidade simbólica é essencial para o desenvolvimento cognitivo, pois permite que a criança represente mentalmente situações, objetos e relações. Pesquisas em psicologia do desenvolvimento mostram que, ao brincar, a criança exercita funções como atenção, memória, imaginação e planejamento. Essas habilidades sustentam aprendizagens futuras, incluindo leitura, escrita e resolução de problemas. O diretor do Colégio Anglo Salto, de Salto (SP), Derval Fagundes de Oliveira, destaca que “brincar é a forma mais natural de a criança construir conhecimento, porque ela aprende enquanto experimenta, erra, reorganiza e tenta novamente”. A brincadeira também favorece a autonomia. Ao criar regras, decidir caminhos e resolver conflitos dentro do jogo, a criança desenvolve senso de responsabilidade e capacidade de tomar decisões. Esse processo fortalece a autoconfiança e amplia a percepção de que ela é capaz de agir sobre o mundo.   Desenvolvimento cognitivo e motor em movimento O corpo tem papel fundamental no ato de brincar. Correr, pular, equilibrar-se, manipular objetos e explorar espaços são ações que estimulam coordenação motora, força muscular, equilíbrio e consciência corporal. Essas experiências contribuem para que a criança desenvolva habilidades motoras essenciais para atividades cotidianas e escolares. No campo cognitivo, brincar estimula o raciocínio lógico, a criatividade e a resolução de problemas. Jogos que envolvem regras, desafios ou estratégias exigem que a criança pense antes de agir, antecipe consequências e ajuste comportamentos. Brincadeiras que envolvem construção, encaixe ou organização espacial favorecem noções de forma, tamanho, quantidade e proporção. O brincar também cria oportunidades para que a criança compreenda conceitos abstratos. Ao transformar cadeiras em um trem ou uma caixa em um castelo, ela exercita a capacidade de simbolizar — habilidade que sustenta o pensamento matemático e a compreensão de textos.   Emoções, vínculos e socialização A brincadeira é um espaço seguro para expressar sentimentos. Ao dramatizar situações, a criança elabora medos, frustrações, alegrias e dúvidas. Esse processo contribui para o desenvolvimento emocional, pois permite que ela reconheça e nomeie emoções, aprenda a lidar com elas e compreenda as emoções dos outros. Brincar em grupo amplia ainda mais esse repertório. A convivência com outras crianças exige negociação, cooperação, respeito às regras e capacidade de esperar a vez. Conflitos surgem naturalmente, e a resolução deles se torna parte do aprendizado. A socialização construída no brincar fortalece empatia, comunicação e habilidades de convivência. Segundo Derval Fagundes de Oliveira, “a criança que brinca com outras aprende a ouvir, a ceder, a liderar e a ser liderada. Essas experiências moldam competências sociais que serão importantes por toda a vida”.   A intencionalidade pedagógica no brincar Embora o brincar seja espontâneo, a escola tem papel importante ao criar ambientes que favoreçam experiências ricas e variadas. A intencionalidade pedagógica não significa transformar a brincadeira em tarefa, mas organizar espaços, materiais e tempos que permitam à criança explorar, imaginar e interagir. Ambientes com objetos diversificados — blocos, tecidos, livros, instrumentos musicais, materiais de arte — ampliam as possibilidades de criação. A presença do professor como mediador ajuda a potencializar o aprendizado sem interferir no prazer da brincadeira. Ele observa, faz perguntas que estimulam o pensamento, propõe desafios e apoia a criança quando necessário. A brincadeira também pode ser ponto de partida para aprendizagens mais estruturadas. Situações vividas no faz de conta, por exemplo, podem gerar conversas sobre números, escrita, organização do espaço ou resolução de problemas. O importante é que o brincar mantenha sua essência lúdica, preservando a liberdade de criação.   Imaginação e jogo simbólico O jogo simbólico — quando a criança transforma objetos e situações em representações imaginárias — é uma das formas mais ricas de brincar. Ao brincar de casinha, escola, mercado ou super-heróis, ela cria narrativas complexas, assume papéis sociais e experimenta diferentes pontos de vista. Esse tipo de brincadeira fortalece linguagem, criatividade e compreensão social. A capacidade de simbolizar também contribui para o desenvolvimento do pensamento abstrato. Quando a criança usa um cabo de vassoura como cavalo ou transforma uma caixa em foguete, ela demonstra que consegue separar o objeto real de seu significado imaginado. Essa habilidade é fundamental para aprendizagens futuras, como interpretar textos, resolver problemas matemáticos e compreender conceitos científicos.   Brincar como direito e responsabilidade compartilhada O brincar é reconhecido como direito da criança em documentos nacionais e internacionais. No entanto, a rotina familiar muitas vezes reduz o tempo disponível para atividades lúdicas. Excesso de compromissos, longos períodos em telas e falta de espaços adequados podem limitar oportunidades de brincar livremente. Pais e responsáveis têm papel importante ao garantir tempo, espaço e materiais simples — caixas, panos, potes, livros, lápis — que estimulem a imaginação. A participação do adulto não precisa ser constante; muitas vezes, observar e permitir que a criança conduza a brincadeira é o mais valioso. A escola, por sua vez, contribui ao reconhecer o brincar como parte essencial do desenvolvimento e ao estruturar ambientes que favoreçam experiências significativas. Quando família e escola compreendem o valor do brincar, a criança encontra condições mais amplas para aprender e se desenvolver.   Brincar para aprender, aprender brincando O brincar não é um intervalo entre aprendizagens, mas um modo de aprender. Ele integra corpo, mente e emoções, favorece relações sociais e amplia o repertório cultural da criança. Em cada brincadeira, há um processo complexo de construção de conhecimento, mesmo quando isso não é visível a olho nu. Ao reconhecer o brincar como linguagem da infância, pais e educadores fortalecem o desenvolvimento integral e criam condições para que a criança cresça curiosa, confiante e preparada para desafios futuros. Brincar é, portanto, uma experiência essencial — e profundamente educativa.   Para saber mais sobre brincar, visite https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-importancia-brincar-na-educacao-infantil.htm e https://saude.abril.com.br/familia/nascemos-brincando-e-nao-podemos-perder-essa-habilidade  


Data: 02/03/2026

Educação física e aprendizado: o que o movimento faz pelo cérebro

Crianças que se movimentam regularmente apresentam melhor concentração, memória mais eficiente e desempenho acadêmico superior. Essa relação entre atividade física e aprendizado é respaldada por pesquisas em neurociência e reforça o papel da educação física como componente curricular de primeira importância — não um intervalo entre as matérias "de verdade". O exercício aumenta a circulação sanguínea no cérebro, favorecendo processos cognitivos como atenção e raciocínio. Ao mesmo tempo, estimula a liberação de neurotransmissores ligados ao bem-estar, o que ajuda a regular emoções e reduzir a ansiedade. O aluno que chega à aula de português ou matemática após uma atividade física bem conduzida tende a estar mais pronto para aprender. Corpo em movimento, mente em desenvolvimento A psicomotricidade — ciência que estuda o ser humano através do corpo em movimento — ajuda a explicar essa conexão. Durante as aulas de educação física, crianças desenvolvem noções fundamentais como esquema corporal, lateralidade, coordenação e orientação espacial. Esses elementos não são abstratos: influenciam diretamente a forma como o aluno lê, escreve, resolve problemas e interage com o ambiente. O esquema corporal, por exemplo, é o conhecimento que a criança constrói sobre o próprio corpo, seus movimentos e posturas. Uma má estruturação dessa noção pode provocar dificuldades motoras, perceptivas e sociais. Já a coordenação — controlada pelo sistema nervoso central em conjunto com grupos musculares — permite executar movimentos com eficiência e está ligada a componentes como equilíbrio, agilidade e força. "O movimento não é só recreação. Ele organiza o pensamento, regula a emoção e prepara o aluno para aprender melhor em qualquer disciplina", afirma Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. O que acontece quando o exercício vira hábito Os benefícios da atividade física regular se acumulam com o tempo. Crianças fisicamente ativas apresentam maior densidade óssea, melhor capacidade cardiovascular, menos episódios de excesso de peso e menor frequência de crises respiratórias. Esses efeitos não ficam restritos à infância: hábitos estabelecidos nessa fase tendem a acompanhar o indivíduo na vida adulta, reduzindo o risco de doenças crônicas. A qualidade do sono melhora, o sistema imunológico se fortalece e o crescimento segue um ritmo mais saudável. Tudo isso contribui para que o aluno esteja em melhores condições físicas e mentais para enfrentar a rotina escolar. O ponto de partida é criar uma relação positiva com o movimento. Quando a criança descobre uma atividade que faz sentido para ela — seja um esporte coletivo, uma modalidade individual ou simplesmente uma brincadeira ativa —, a chance de manter esse hábito na vida adulta aumenta consideravelmente. Emoções, autoestima e convivência A educação física também atua diretamente na saúde emocional. Durante o exercício, o corpo libera endorfinas, substâncias que reduzem a percepção de dor e elevam o humor. Essa resposta neuroquímica ajuda a combater estresse, ansiedade e sintomas depressivos — algo especialmente relevante em um período em que os índices de sofrimento emocional entre crianças e adolescentes têm crescido. Superar um desafio físico — aprender um movimento novo, melhorar um tempo, conseguir executar uma jogada — fortalece a autoconfiança. O aluno que se sente capaz no contexto esportivo tende a carregar essa percepção para outras áreas da vida. "Quando o estudante aprende a lidar com uma derrota no jogo ou a celebrar uma conquista coletiva, está desenvolvendo ferramentas emocionais que vão usar pelo resto da vida", destaca Derval Fagundes de Oliveira. A dimensão social da educação física é igualmente relevante. Jogos e esportes coletivos ensinam cooperação, liderança, respeito às regras e gestão de conflitos. Atividades em grupo ampliam círculos sociais, aproximam alunos de turmas diferentes e promovem inclusão. Jogos cooperativos, em especial, enfatizam parceria e respeito às diferenças, já que o objetivo só é alcançado quando todos contribuem. Como a escola organiza esse conteúdo Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ministério da Educação orientam que os conteúdos da educação física sejam organizados em três blocos: jogos, ginásticas, esportes e lutas; atividades rítmicas e expressivas; e conhecimentos sobre o corpo. Essa estrutura reconhece que a formação completa exige habilidades físicas, expressão criativa e compreensão teórica sobre o funcionamento do próprio organismo. As metodologias variam conforme a faixa etária. Para crianças menores, atividades lúdicas predominam — brincadeiras que trabalham regras, cooperação e criatividade de forma natural. O aquecimento é parte obrigatória desse processo: preparar o corpo para o esforço físico previne lesões e desenvolve a noção de que qualquer atividade exige preparação adequada. Um critério importante é o nível de desafio. Atividades fáceis demais geram desinteresse; difíceis demais, desmotivação e queda de autoestima. O equilíbrio entre estímulo e capacidade é o que mantém o aluno engajado e disposto a tentar de novo. O papel das famílias nesse processo A escola faz sua parte, mas o ambiente familiar também importa. Pais que estimulam filhos a se movimentar — e que dão o exemplo praticando atividades físicas — reforçam o que é ensinado na escola. Crianças sedentárias em casa chegam à escola com menos disposição, menor tolerância à frustração e mais dificuldade de concentração. Reduzir o tempo excessivo diante de telas, incentivar brincadeiras ao ar livre e criar rotinas que incluam movimento são atitudes que complementam o trabalho pedagógico. Não é preciso matricular a criança em múltiplas escolinhas esportivas — muitas vezes, o simples hábito de brincar ativamente já faz diferença. Para saber mais sobre educação física, visite https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/5-beneficios-do-esporte-para-a-saude-mental-das-criancas,48cb6b835714a2f6ea231e906eddde834szzv3qf.htm e https://blogeducacaofisica.com.br/12-atividades-na-educacao-infantil/  


Data: 27/02/2026

Anglo Salto

Por que estudar na nossa Escola?

Com muita alegria, os alunos do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) do Colégio Anglo Cidade de Salto receberam os familiares e amigos para a realização da Noite dos Pais. O evento, com decoração de máscaras, teve como objetivo celebrar o programa “Líder em Mim” em nossa escola e apresentar os 8 hábitos de maneira dinâmica e significativa.

Diferenciais

Nossa escola também é DIGITAL e os alunos tem a disposição a nova era da Educação! Confira nossas Edtechs.

Segmentos de Ensino

Nossa Escola, o Colégio

Para nós, uma educação de excelência se faz com ótimos professores, com um material didático de ponta, com um ambiente de aprendizagem estimulante e confortável, com acolhimento e com projetos eficientes. Desde que tudo isso esteja junto.

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Acompanhe tudo que acontece em nossa escola, confira todas as nossa notícias e eventos.

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