Alegria marca o Carnaval do Anglo Salto
Brincar o carnaval no Colégio é uma experiência completa: a escola transforma a data em uma verdadeira celebração da convivência, da alegria e da construção de memórias afetivas. Da Educação Infantil ao Ensino Médio, incluindo o Integral, todos os estudantes puderam participar de um dia especial, de festa! E, principalmente, pensado para fortalecer laços, estimular a expressão e reforçar o sentimento de comunidade.
O pátio ganhou vida com fitas coloridas espalhadas pela decoração, muito confete e serpentina no ar. O clima foi leve, vibrante e acolhedor. Mais do que uma festa, foi um momento que conectou alunos, professores e colaboradores em torno da mesma energia: celebrar juntos.
Alegria que começou nos pequenos
Na Educação Infantil, o encanto tomou conta do ambiente. Os pequenos chegaram ainda mais fofos com fantasias cheias de personalidade Galeria de fotos | Anglo Salto. Princesas, super-heróis, personagens mágicos e figuras encantadas desfilaram pelo pátio.
Para essa faixa etária, o Carnaval também representou uma oportunidade de explorar o faz de conta, estimular a criatividade e desenvolver a imaginação. Ao vestir uma fantasia, cada criança experimentou papéis, ampliou seu repertório simbólico e exercitou a expressão emocional. Foi aprendizado acontecendo de maneira leve e divertida.
Um dos momentos auge da festa aconteceu com a chegada de um robô iluminado. O personagem surgiu de forma surpreendente no meio do pátio e imediatamente se tornou o centro das atenções. Entre luzes e movimentos coreografados, apresentou-se entre as crianças e arrancou suspiros de admiração.
Além da diversão, esses instantes contribuíram para o desenvolvimento social. Ao compartilhar a festa, esperar a vez e interagir com colegas e professores, as crianças vivenciaram, na prática, valores como respeito, cooperação e convivência.
Criatividade e integração do Fundamental ao Médio
Se os pequenos encantaram pela doçura, os alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio surpreenderam pela criatividade. As fantasias ganharam ousadia: personagens de filmes, séries apareceram em versões cheias de personalidade. Não faltaram rostos pintados, cabelos coloridos e acessórios divertidos que mostraram o envolvimento de cada turma.
Os alunos cantaram, dançaram e aproveitaram cada momento da programação. Essas vivências reforçaram a identidade do grupo. Ao participar de um evento coletivo, o estudante percebe que faz parte de algo maior. Sentiu-se incluído, reconhecido e valorizado. Esse sentimento impacta diretamente a forma como ele se relaciona com a escola e com o próprio processo de aprendizagem.
Momentos assim também ajudaram a quebrar a rotina acadêmica de forma saudável. A pausa para celebrar, rir e interagir fortaleceu vínculos e renovou a motivação. Quando o aluno constrói memórias positivas dentro do ambiente escolar, passa a associar a escola a experiências de bem-estar e pertencimento.
Eventos que fortalecem a comunidade escolar
O Carnaval no Anglo Salto mostrou, mais uma vez, como eventos escolares vão muito além da diversão pontual. Eles cumprem um papel essencial na construção de uma comunidade escolar sólida, participativa e conectada.
Quando o pátio se encheu de cor, música e risadas, o que se construiu ali foi muito maior do que uma festa. Foram laços fortalecidos, amizades aprofundadas e memórias que acompanham os alunos ao longo da trajetória escolar.
No Anglo Salto, o Carnaval foi, de fato, muito mais que folia. Foi uma celebração da infância, da juventude e da importância de crescer em um ambiente onde cada aluno encontra espaço para se expressar, interagir e fazer parte.
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Rotina de estudos eficiente para o vestibular
Estudantes que chegam bem ao vestibular raramente são os que estudaram mais horas nos últimos meses. São, em geral, os que construíram uma rotina consistente ao longo do ensino médio, distribuindo o aprendizado de forma equilibrada e sustentando o esforço sem entrar em colapso na reta final. A preparação eficiente começa muito antes da véspera da prova.
O segundo ano do ensino médio costuma ser o momento ideal para estruturar os estudos com mais foco. Iniciar no terceiro ano não inviabiliza nada, mas exige ritmo mais intenso e margem menor para ajustes. Quanto mais cedo o estudante organiza sua rotina, mais tempo terá para consolidar conteúdos, identificar lacunas e desenvolver o autoconhecimento que faz a diferença na hora de estudar com eficiência.
Como montar uma rotina que se sustenta
Uma rotina de estudos eficiente não é a mais cheia — é a mais honesta com a realidade de quem a segue. Cronogramas com doze horas diárias de estudo funcionam por alguns dias e desmoronam na sequência, deixando o estudante mais culpado e menos produtivo do que antes.
O ponto de partida é mapear o tempo disponível de verdade: horários de aula, deslocamentos, refeições, sono e atividades que não podem ser eliminadas. O que sobra é o tempo real para estudar. Distribuir esse tempo de forma equilibrada entre revisão de conteúdo, resolução de exercícios e simulados é mais eficaz do que concentrar tudo em longas sessões esporádicas.
A técnica Pomodoro oferece uma estrutura prática: blocos de 25 a 50 minutos de estudo focado, seguidos de pausas curtas de cinco a dez minutos. Após quatro ciclos, uma pausa mais longa. Esse ritmo evita a sobrecarga mental, mantém a concentração e permite que o cérebro processe o que aprendeu. O descanso não é perda de tempo — é parte do processo de aprendizagem.
"Estudar muito e estudar bem são coisas diferentes", afirma Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. "O estudante que aprende a gerenciar seu tempo e a reconhecer seus limites chega ao vestibular com muito mais consistência do que aquele que tenta compensar meses de desorganização em poucas semanas."
O papel dos simulados e da revisão
Resolver provas antigas e simulados regularmente é uma das práticas mais eficazes na preparação para o vestibular. Não porque repete conteúdo, mas porque familiariza o estudante com o formato das questões, o tempo disponível e a pressão de responder sob condições semelhantes às da prova real.
Fazer um simulado e não analisar os erros, no entanto, desperdiça boa parte do benefício. O momento mais valioso não é o de resolver as questões, mas o de entender por que as erradas estavam erradas. Esse diagnóstico orienta o estudo seguinte e evita que o estudante invista tempo em conteúdos que já domina enquanto deixa lacunas sem preencher.
A revisão periódica do que já foi estudado também é indispensável. O cérebro consolida informações pelo processo de recuperação — quanto mais vezes um conteúdo é acessado em intervalos espaçados, mais durável se torna na memória. Reservar momentos semanais para revisar o que foi estudado nos dias anteriores aumenta significativamente a retenção.
Ansiedade faz parte, mas pode ser gerenciada
A taxa de ansiedade entre adolescentes de 15 a 19 anos no Brasil supera 157 casos para cada 100 mil pessoas, segundo dados de saúde pública — número muito acima da média adulta. O vestibular concentra expectativas familiares, sociais e pessoais num único momento, o que naturalmente intensifica esse quadro.
Sentir ansiedade diante de uma prova importante não é sinal de fraqueza nem de despreparo. É uma resposta normal a uma situação de pressão. O problema surge quando essa ansiedade compromete o sono, a concentração e a capacidade de estudar. Reconhecer os sinais precocemente permite agir antes que o estresse se torne debilitante.
Técnicas de respiração são ferramentas acessíveis e eficazes. A respiração 4-7-8 — inspirar pelo nariz em quatro tempos, segurar por sete e expirar pela boca em oito — ativa o sistema nervoso parassimpático e reduz rapidamente a sensação de tensão. Cinco minutos de atenção à respiração antes de começar a estudar já fazem diferença perceptível na qualidade do foco.
Atividade física regular, sono consistente e alimentação equilibrada não são hábitos secundários à preparação — são parte dela. O exercício físico libera endorfinas que regulam o humor e reduzem o estresse. O sono é quando o cérebro consolida o aprendizado do dia. Negligenciar esses pilares em nome de mais horas de estudo costuma produzir resultado inverso ao esperado.
O que a família pode fazer
"O ambiente de casa influencia diretamente a qualidade do estudo", reforça Derval Fagundes de Oliveira. "Famílias que criam espaço para conversar sobre as dificuldades do filho, sem transformar cada conversa numa cobrança de resultado, fazem uma diferença enorme no equilíbrio emocional do estudante."
Pressão excessiva, comparações com outros estudantes e expectativas irrealistas aumentam a ansiedade sem melhorar o desempenho. O que ajuda é garantir condições básicas: alimentação adequada, respeito aos horários de estudo e sono, e disponibilidade para ouvir quando o jovem precisar falar.
Incentivar momentos de lazer e descanso não é sabotagem à preparação — é manutenção da saúde mental que sustenta o esforço de longo prazo. Estudantes que não têm nenhum espaço de descompressão chegam à reta final do vestibular esgotados, exatamente quando precisariam estar mais inteiros.
Quando buscar ajuda
Sintomas persistentes como insônia frequente, dificuldade de concentração que não melhora com pausas, pensamentos negativos recorrentes sobre o futuro ou isolamento social são sinais de que o estresse ultrapassou o que estratégias de autocuidado conseguem resolver sozinhas. Nesses casos, buscar apoio psicológico é a decisão mais inteligente — e mais corajosa.
O vestibular é uma etapa importante, mas não define o valor nem o futuro de ninguém. Existe mais de um caminho para a carreira desejada, e a primeira tentativa raramente é a última oportunidade. Manter essa perspectiva ao longo da preparação ajuda a calibrar o esforço sem transformá-lo em sofrimento.
Para saber mais sobre vestibular, visite https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/dicas/5-dicas-para-controlar-a-ansiedade-na-epoca-de-vestibular e https://www.terra.com.br/noticias/educacao/enem/6-dicas-para-cuidar-da-saude-mental-antes-do-vestibular,bbb7591f12ed37d67cace9a14a58047d7ph3lw0n.html
História infantil e desenvolvimento emocional na escola
Uma história infantil bem contada provoca identificação emocional, estimula o pensamento simbólico e ajuda a criança a nomear o que sente — tudo isso sem que ela perceba que está aprendendo. Pesquisas em psicologia do desenvolvimento confirmam que o contato regular com narrativas fortalece competências socioemocionais, amplia o vocabulário e desenvolve funções cognitivas como atenção, memória e raciocínio sequencial.
Esse conjunto de efeitos coloca a literatura infantil em posição central no desenvolvimento da criança — não como atividade de entretenimento reservada aos momentos livres, mas como prática pedagógica com objetivos claros e resultados mensuráveis.
Emoções em cena
Quando uma criança acompanha um personagem enfrentando o medo de dormir sozinho, a tristeza de perder um amigo ou a raiva de ser tratada de forma injusta, ela está exercitando a inteligência emocional. A ficção oferece distância segura para lidar com sentimentos intensos — o que seria difícil de processar diretamente se torna manejável quando mediado pela narrativa.
Contos clássicos como "O Patinho Feio", "João e Maria" e "A Bela e a Fera" não são apenas histórias de aventura. Cada um deles aborda conflitos emocionais universais — inadequação, abandono, medo do diferente — que ressoam na experiência concreta de crianças em diferentes fases do desenvolvimento. Ao acompanhar como os personagens enfrentam esses conflitos, os pequenos constroem repertórios emocionais que usarão em suas próprias situações.
"Quando a criança se identifica com um personagem, ela aprende a olhar para dentro sem perceber que está fazendo isso", afirma Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. "A história cria um espelho seguro para sentimentos que, às vezes, a criança não sabe nem que tem".
O pensamento simbólico e o que ele abre
Histórias com dragões, florestas encantadas, objetos mágicos e animais que falam não são apenas fantasia: são a linguagem natural do pensamento infantil em formação. Ao processar que a bruxa pode representar um medo interno ou que o objeto mágico simboliza um recurso que o personagem já carregava consigo, a criança desenvolve o pensamento simbólico — capacidade de compreender que uma coisa pode representar outra.
Esse raciocínio é a base de praticamente todo aprendizado formal posterior. Na alfabetização, letras representam sons. Na matemática, números representam quantidades. Nas ciências, modelos representam fenômenos reais. A criança que exercitou o pensamento simbólico por meio das narrativas chega a esses campos com uma vantagem cognitiva concreta.
O psicanalista Carl Gustav Jung identificou nas histórias infantis a presença de arquétipos — padrões que aparecem em culturas diferentes e ao longo do tempo, como o herói, o sábio, a figura protetora, a sombra. Esses elementos ajudam a criança a organizar sua compreensão sobre o mundo e sobre si mesma, oferecendo estruturas simbólicas para processar experiências que ainda não sabe articular em palavras.
Empatia, valores e convivência
A empatia se desenvolve quando a criança aprende a ocupar o ponto de vista de outra pessoa. As histórias oferecem esse exercício de forma sistemática: acompanhar um personagem significa, por definição, ver o mundo pelos olhos de alguém diferente de você.
Esse processo tem efeitos diretos na convivência social. Crianças expostas regularmente à literatura tendem a apresentar maior facilidade para reconhecer as emoções dos outros, o que se reflete em relações mais colaborativas e menos conflituosas dentro e fora da escola.
A construção de valores também acontece por essa via. Fábulas como "A Tartaruga e a Lebre" e "Os Três Porquinhos" não impõem lições morais — elas apresentam situações e deixam a criança chegar às suas próprias conclusões. Esse processo de construção ativa é muito mais eficaz do que a instrução direta, porque envolve raciocínio, julgamento e identificação pessoal.
"A história bem escolhida faz a criança pensar, e pensar sobre valores é o começo da formação do caráter", reforça Derval Fagundes de Oliveira.
Como a escola e a família potencializam esse aprendizado
A forma de apresentar a história influencia diretamente seu impacto. Um contador que usa entonação variada, expressões faciais e gestos cria uma experiência multissensorial que aumenta o engajamento e facilita a compreensão — especialmente para crianças que ainda não leem. O uso de fantoches, objetos e ilustrações amplia esse efeito, mas o elemento central permanece sendo a relação entre quem conta e quem ouve.
Depois da história, a conversa sobre o que foi narrado tem valor pedagógico próprio. Perguntas abertas — "O que você teria feito no lugar do personagem?" ou "Como você acha que ele se sentiu naquele momento?" — desenvolvem oralidade, pensamento crítico e capacidade argumentativa. Esse espaço de reflexão transforma a contação em experiência coletiva de aprendizado.
Em casa, o papel da família é insubstituível. Crianças que ouvem histórias regularmente antes de dormir criam associações positivas com os livros desde cedo. Ver adultos lendo, ter livros acessíveis no ambiente doméstico e participar de conversas sobre personagens e tramas são fatores que influenciam diretamente a formação de leitores.
A transição da escuta para a leitura autônoma tende a ocorrer de forma natural quando a criança construiu uma relação prazerosa com as narrativas. O hábito da leitura, uma vez estabelecido, sustenta ganhos que se acumulam ao longo de toda a vida escolar: vocabulário mais amplo, maior capacidade de compreensão de textos, pensamento crítico mais desenvolvido e facilidade para aprender em qualquer área do conhecimento.
Da história à identidade
Além dos efeitos cognitivos e emocionais, as narrativas cumprem uma função cultural que costuma passar despercebida: transmitem memória, valores e formas de ver o mundo de uma geração para a próxima. Contos populares brasileiros, lendas indígenas, histórias afro-brasileiras e narrativas de diferentes matrizes culturais apresentam às crianças a diversidade que compõe a identidade nacional.
Esse contato com diferentes culturas e cosmovisões, mediado pela ficção, desenvolve respeito à diversidade e senso de pertencimento — a criança aprende que faz parte de algo maior do que sua experiência imediata, e que há sabedoria acumulada nas histórias que chegaram até ela.
Quando a literatura infantil ocupa espaço consistente na rotina escolar e familiar, seus efeitos se acumulam de forma silenciosa e duradoura — na criança que consegue nomear o que sente, no estudante que lê com prazer, no jovem que consegue se colocar no lugar do outro.
Para saber mais sobre história infantil, visite https://www.culturagenial.com/historias-infantis-contos-para-criancas/ e https://escoladainteligencia.com.br/contacao-de-historias-na-educacao-infantil/