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Bullying na escola: sinais que você precisa conhecer

Cerca de 40% dos estudantes brasileiros já relataram ter sido alvo de alguma forma de bullying, segundo dados do Atlas da Violência 2024, elaborado pelo Ipea em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Esse número, que cresceu de 30,9% em 2009 para 40,5% em 2019, revela que o problema não está diminuindo. Identificar os sinais cedo é fundamental para evitar danos emocionais e acadêmicos que podem se prolongar por anos. Nem todo conflito entre estudantes configura bullying. Um desentendimento isolado, uma briga pontual ou uma discussão entre amigos são situações comuns no ambiente escolar e não se enquadram nessa definição. O bullying exige três elementos: intencionalidade, repetição e desequilíbrio de poder. O agressor age de forma deliberada, as agressões acontecem de forma recorrente e existe clara desproporção entre quem ataca e quem sofre. Essa desproporção pode ser física, social ou emocional. A Lei 13.185, de 2015, foi a primeira a definir o bullying como intimidação sistemática no Brasil. Em janeiro de 2024, a Lei 14.811 foi ainda mais decisiva: incluiu bullying e cyberbullying no Código Penal, tornando ambas práticas crimes passíveis de punição judicial. "O bullying não acontece no acaso. Ele se repete porque existe um ambiente que, muitas vezes, não sabe como reagir", diz Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. Sinais comportamentais e emocionais As vítimas de bullying frequentemente não revelam o problema por conta própria. O medo de represálias, a vergonha ou a crença de que ninguém vai ajudar levam muitas crianças a guardar silêncio durante meses. Cabe aos adultos ao redor reconhecer as mudanças antes que a situação se agrave. A recusa em ir à escola é um dos sinais mais reveladores, especialmente quando a criança antes demonstrava interesse pelos estudos. Queda abrupta no rendimento escolar, perda de concentração e desinteresse por atividades que antes atraiam atenção também funcionam como indicadores. No aspecto físico, hematomas ou arranhões explicados de forma vaga, além de queixas frequentes de dores de cabeça ou de barriga sem causa médica identificada, merecem atenção imediata. As alterações emocionais costumam ser ainda mais reveladoras. Isolamento progressivo, mudanças repentinas de humor, irritabilidade ou tristeza persistente sem motivo aparente são sinais que não devem ser ignorados. Problemas de sono, como insônia ou pesadelos frequentes, acompanham muitos dos casos documentados pela literatura especializada. Material escolar constantemente danificado ou a perda frequente de pertences também entram na lista de alertas. O que acontece online não fica online O cyberbullying representa uma dimensão do problema que agrava significativamente o sofrimento das vítimas. Mensagens ofensivas, montagens humilhantes e perfis falsos criados para ridicularizar alguém se espalham rapidamente pelas redes sociais. A diferença em relação ao bullying presencial é que a violência digital invade espaços que deviam ser seguros, como o próprio lar. Além disso, as agressões permanecem registradas indefinidamente na internet, tornando impossível escapar delas por conta própria. Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos indicam que mais de 2.300 denúncias de bullying em instituições de ensino foram registradas em 2024, um aumento de aproximadamente 67% em relação ao ano anterior. Esse crescimento reflete tanto o agravamento do problema quanto a maior consciência da população sobre a necessidade de denunciar. Como a família deve agir Derval Fagundes, como é mais conhecido, reforça que a escuta ativa é o primeiro passo decisivo. "Quando a criança consegue falar e sente que foi ouvida de verdade, sem julgamento, ela passa a confiar que não está sozinha nessa situação", afirma o diretor. Ouvir sem interromper, sem minimizar e sem atribuir culpa à vítima são atitudes básicas que fazem uma diferença enorme. Uma criança que sente que foi validada tende a compartilhar mais informações e a aceitar a ajuda oferecida. Depois da escuta, o próximo passo é contato direto com a escola. Os pais devem procurar a coordenação pedagógica ou a direção, relatar o problema com detalhes e cobrar medidas concretas de proteção. A escola tem obrigação legal e moral de garantir ambiente seguro para todos os estudantes. As ações que devem ser exigidas incluem investigação cuidadosa dos fatos, conversas individuais com os envolvidos, acompanhamento próximo da situação e implementação de medidas que impeçam a repetição das agressões. Agressores, vítimas e o papel da escola O perfil dos agressores revela mais complexidade do que a maioria das pessoas imagina. Muitas crianças e adolescentes que praticam bullying enfrentam problemas emocionais próprios, como experiências de violência doméstica, negligência afetiva ou dificuldade genuína em desenvolver empatia. Alguns buscam status social através da dominação de outros. Compreender essas motivações não justifica as agressões, mas orienta intervenções mais eficazes que contemplem também as necessidades do agressor. Punições severas sem processo educativo raramente produzem mudanças de comportamento. O mais eficaz é combinar consequências claras com oportunidades de reflexão, desenvolvimento de empatia e reparação do dano causado. Conversas que ajudem o agressor a compreender o sofrimento que causou, acompanhadas do envolvimento das famílias de ambos os lados, produzem resultados mais duráveis. Quando as dificuldades persistem apesar das ações da escola e da família, buscar apoio profissional é essencial. Psicólogos e psicopedagogos oferecem suporte tanto para as vítimas, na reconstrução da autoestima e no processamento de experiências traumáticas, quanto para os agressores, na compreensão e mudança de comportamentos. A prevenção exige esforço compartilhado. Escolas que promovem cultura de respeito e acolhimento da diversidade apresentam menor incidência de casos. Discussões abertas sobre bullying, programas de educação socioemocional e criação de espaços seguros para relatar situações de violência são ações que transformam o ambiente escolar dia a dia. Famílias que mantêm canais de comunicação abertos com os filhos, observam mudanças de comportamento e participam ativamente do cotidiano escolar contribuem para que problemas sejam identificados antes de se tornar graves. Conversas regulares sobre amizades, dificuldades e alegrias na escola criam oportunidades naturais para que a criança compartilhe experiências difíceis sem sentir que está sendo pressionada. Quanto mais cedo um problema é identificado, maiores são as chances de resolução sem sequelas duradouras.Para saber mais sobre bullying, visite https://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/34487 e https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm  


Data: 06/02/2026

Anglo Salto promove integração entre colegas com o programa O Líder em Mim

O início das aulas é um momento especial, em que cada estudante precisa se sentir acolhido, seguro e parte do colégio. Para os alunos do 1º ano do Anglo Salto, uma atividade divertida e educativa chamada Teia da Amizade movimentou os alunos. Ela faz parte do programa Líder em Mim e permite que as crianças falem sobre si mesmas, conheçam novos colegas e construam relações de amizade logo nos primeiros dias de aula. No retorno às aulas, o colégio reforça a importância do acolhimento e da integração. Cada aluno precisa sentir que pertence ao grupo, que seu espaço é respeitado e que ele pode expressar suas ideias, sentimentos e emoções sem medo.    Teia da Amizade: conhecendo os colegas de forma divertida A atividade Teia da Amizade foi aplicada aos alunos do 1º ano com o objetivo de promover a integração e o autoconhecimento. Durante a dinâmica, cada criança recebe um novelo de lã e, ao falar um pouco sobre si mesma — seus gostos, hobbies, animais favoritos ou curiosidades —, passa o novelo para outro colega. Assim, forma-se uma “teia” colorida que representa as conexões entre todos os estudantes. Essa atividade não é apenas uma brincadeira. Ela permite que os alunos percebam que, apesar das diferenças, todos têm interesses em comum e que é possível criar laços desde o início do ano letivo. Para os professores, a Teia da Amizade também serve como um recurso valioso para conhecer melhor cada aluno, identificar afinidades e incentivar a colaboração entre a turma. Ao participar da teia, os alunos aprendem a ouvir, respeitar o colega e valorizar a diversidade, construindo uma base sólida para amizades duradouras.   O Líder em Mim: formando líderes desde cedo A Teia da Amizade faz parte do programa O Líder em Mim, uma metodologia internacional que o Colégio Anglo Salto aplica em todas as etapas da educação. O programa é baseado nos princípios do livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, de Stephen Covey, adaptados para crianças e adolescentes, com o objetivo de desenvolver competências socioemocionais, autoconfiança e habilidades de liderança. No Anglo Salto, O Líder em Mim não se limita a atividades isoladas. A escola promove diversas ações que incentivam os alunos a serem protagonistas de suas próprias histórias, a tomarem decisões conscientes, a estabelecerem metas e a colaborarem de forma responsável com os colegas. Cada projeto, atividade ou dinâmica é pensado para que os estudantes aprendam a liderar suas próprias atitudes, respeitar o próximo e contribuir positivamente para a comunidade escolar. O programa também conecta o aprendizado acadêmico ao desenvolvimento emocional. Ao participar de ações como a Teia da Amizade, os alunos não apenas conhecem os colegas, mas também praticam habilidades essenciais como empatia, comunicação clara, escuta ativa e resolução de conflitos. São competências que vão além da sala de aula e ajudam as crianças a se tornarem cidadãos conscientes e preparados para os desafios do futuro.   Acolhimento no retorno às aulas O início do ano letivo é um momento de novas experiências. No Anglo Salto, a escola entende que acolher os alunos é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Um aluno que se sente seguro, valorizado e parte de um grupo aprende melhor e desenvolve mais confiança. Durante a semana de volta às aulas, a escola promove diversas atividades de integração, como rodas de conversa, dinâmicas de grupo, jogos cooperativos e a própria Teia da Amizade. Essas ações são planejadas para que cada criança se sinta ouvida e acolhida, criando um ambiente no qual a amizade e a colaboração são incentivadas desde o primeiro dia. O acolhimento também envolve atenção às necessidades emocionais dos alunos. Professores e coordenadores observam sinais de timidez, insegurança ou ansiedade e oferecem apoio individual quando necessário. Esse cuidado faz com que os estudantes percebam que o colégio é um espaço seguro, onde eles podem se expressar livremente, construir relações de confiança e aprender a conviver com os outros de forma saudável. Além disso, sentir-se parte do grupo contribui para que os alunos desenvolvam sentimento de pertencimento, um elemento essencial para o crescimento emocional.  Ao incentivar os alunos a conhecerem seus colegas, expressarem suas ideias e praticarem a empatia, a escola contribui para que cada estudante se torne protagonista da própria vida e construa relações significativas desde cedo.  


Data: 04/02/2026

Enem ou vestibular tradicional: qual a diferença?

Estudantes do ensino médio enfrentam uma decisão importante ao planejar sua entrada no ensino superior: preparar-se para o Exame Nacional do Ensino Médio, para vestibulares tradicionais ou para ambos. Cada modelo de avaliação apresenta características próprias que influenciam diretamente a forma de estudar, os conteúdos prioritários e as estratégias de preparação. Compreender essas diferenças permite aos alunos e suas famílias fazer escolhas mais conscientes e aproveitar melhor os anos de formação. O Exame Nacional do Ensino Médio, criado em 1998 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, acontece em dois dias consecutivos e totaliza 180 questões objetivas divididas em quatro áreas do conhecimento: Linguagens e Códigos, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática. A prova de redação, aplicada no primeiro dia, exige formato dissertativo-argumentativo com apresentação obrigatória de proposta de intervenção para o problema apresentado. Já os vestibulares tradicionais variam significativamente conforme a instituição organizadora. Cada universidade elabora suas próprias questões, define critérios específicos de correção e estabelece os conteúdos a serem cobrados. Algumas aplicam provas em fase única, enquanto outras adotam sistema de duas etapas: a primeira eliminatória e abrangente, a segunda aprofundada em conhecimentos específicos. Universidades como USP, Unicamp e Unesp mantêm processos próprios com características bem definidas. A versatilidade do formato dos vestibulares permite que instituições solicitem provas de habilidades específicas para determinados cursos. Candidatos a Música, Artes ou Arquitetura podem enfrentar testes práticos de aptidão, além das provas teóricas convencionais. Métodos de correção e pontuação Uma diferença crucial está no sistema de avaliação. O Enem utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), metodologia que analisa não apenas a quantidade de acertos, mas principalmente a consistência do padrão de respostas. Acertar uma questão considerada difícil pela maioria dos candidatos pode valer mais pontos do que responder corretamente várias questões fáceis. O sistema identifica inconsistências que sugerem chutes aleatórios e penaliza esse comportamento. "Explicamos aos nossos alunos que no Enem não basta acertar muitas questões, é preciso manter coerência nas respostas", comenta Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. "Essa característica da TRI exige conhecimento sólido e equilibrado nas diferentes áreas." Nos vestibulares tradicionais, a correção geralmente segue a média aritmética simples ou ponderada, conforme pesos atribuídos a cada disciplina. Para cursos de Engenharia, por exemplo, Matemática e Física costumam ter peso maior. Medicina frequentemente valoriza Biologia e Química. Esse sistema permite que o candidato direcione esforços para as áreas mais relevantes ao curso escolhido. Abordagem dos conteúdos As questões do Enem caracterizam-se pela contextualização e interdisciplinaridade. É comum encontrar perguntas que integram conhecimentos de História e Geografia, ou que exigem interpretação de gráficos científicos combinada com análise socioeconômica. O foco está em avaliar competências gerais: interpretar textos diversos, relacionar conceitos de diferentes áreas, analisar criticamente situações-problema e aplicar conhecimentos em contextos variados. Temas contemporâneos aparecem frequentemente. Questões sobre sustentabilidade, direitos humanos, tecnologia, desigualdades sociais e outros assuntos atuais são recorrentes. A prova valoriza candidatos que acompanham noticiários, compreendem processos históricos e conseguem estabelecer relações entre passado e presente. Vestibulares tradicionais tendem a cobrar conteúdos de forma mais aprofundada e específica. As questões são geralmente mais diretas, focadas em conceitos particulares de cada disciplina. Embora algumas instituições também valorizem interdisciplinaridade, a exigência de conhecimentos detalhados é maior. Fórmulas matemáticas complexas, reações químicas específicas, datas históricas relevantes e conceitos filosóficos aprofundados aparecem com frequência. Possibilidades de utilização da nota A versatilidade na utilização da pontuação representa grande vantagem do Enem. O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) permite que candidatos concorram a vagas em universidades públicas de todo o país, com processos semestrais. O Programa Universidade para Todos (ProUni) oferece bolsas integrais e parciais em instituições privadas para estudantes que atendam critérios socioeconômicos e alcancem pontuação mínima. O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) possibilita financiamento de cursos superiores com pagamento após a formatura. Muitas faculdades particulares aceitam a nota do Enem como forma de ingresso direto, substituindo processos seletivos próprios. Algumas universidades utilizam a pontuação para complementar notas de seus vestibulares, conferindo pontos extras decisivos em cursos concorridos. Há ainda a possibilidade de certificação de conclusão do ensino médio através do exame, para maiores de 18 anos que atinjam pontuação mínima. Instituições portuguesas também aceitam a nota para ingresso de brasileiros. Nos vestibulares tradicionais, a nota serve exclusivamente para ingresso na instituição que organizou o processo. Essa especificidade representa limitação em termos de oportunidades, mas pode ser vantajosa para quem já definiu com certeza onde deseja estudar. Impactos na rotina de preparação As diferenças entre os modelos influenciam diretamente como os estudantes organizam seus estudos. "Observamos que alunos focados no Enem desenvolvem habilidades interpretativas muito fortes, enquanto aqueles que se preparam para vestibulares específicos dominam conteúdos com maior profundidade", destaca o diretor do Colégio Anglo Salto. Para o Enem, a preparação eficiente envolve prática constante de interpretação de textos variados, resolução de questões contextualizadas e desenvolvimento da capacidade argumentativa. Estudar atualidades torna-se fundamental, já que as questões frequentemente abordam problemas sociais, ambientais e políticos contemporâneos. A redação merece atenção especial, com treino regular da estrutura dissertativo-argumentativa e domínio de propostas de intervenção viáveis. Resolver provas de edições anteriores ajuda a compreender o estilo das questões e identificar temas recorrentes. Como o sistema de correção valoriza consistência, desenvolver conhecimento equilibrado nas diferentes áreas é crucial, evitando lacunas que prejudiquem o desempenho geral. Para vestibulares tradicionais, especialmente os mais concorridos, a estratégia ideal começa pela análise detalhada do edital e de provas anteriores da instituição desejada. Identificar conteúdos mais cobrados, estilo das questões e critérios de correção permite direcionar estudos eficientemente. Aprofundar-se nas disciplinas com maior peso para o curso escolhido e praticar resolução de exercícios específicos fazem diferença significativa. Preparação simultânea para ambos os formatos Muitos estudantes optam por preparar-se simultaneamente para o Enem e vestibulares específicos, ampliando chances de ingresso no ensino superior. Essa estratégia requer organização cuidadosa do tempo e planejamento eficiente. Compreender as particularidades de cada formato permite otimizar a preparação. Enquanto o Enem prioriza interpretação e raciocínio lógico, vestibulares cobram conteúdos mais específicos e aprofundados. Montar cronograma flexível que contemple adequadamente ambas as demandas é essencial. Alternar entre temas gerais e assuntos específicos ao longo da semana, separar tempo para revisar conteúdos mais cobrados em cada tipo de prova, resolver simulados de ambos os formatos e treinar diferentes estilos de redação contribui para preparação completa. Praticar com provas anteriores de diferentes formatos desenvolve versatilidade e ajuda a identificar estratégias específicas para cada avaliação. Quando começar a preparação Embora muitos estudantes intensifiquem os estudos no terceiro ano, a preparação ideal deve começar antes. Iniciar no primeiro ano permite distribuir conteúdos de forma equilibrada, reduzindo estresse e sobrecarga no último ano. Essa antecipação possibilita criar bases sólidas, identificar dificuldades com tempo hábil para superá-las e desenvolver hábitos de estudo consistentes. Nos primeiros anos do ensino médio, o foco pode estar em consolidar conteúdos trabalhados em sala, resolver questões básicas e médias, e familiarizar-se com formatos das provas. No terceiro ano, intensifica-se a preparação com simulados completos, aprofundamento em temas específicos e treino intensivo de redação. Equilíbrio emocional durante a preparação A pressão dos processos seletivos pode gerar ansiedade e estresse significativos. Reservar tempo para descanso, lazer e atividades prazerosas não representa perda de tempo, mas investimento essencial na qualidade da aprendizagem. Uma mente equilibrada e descansada absorve melhor os conteúdos, retém informações com facilidade e mantém raciocínio claro durante as provas. Estabelecer rotina de estudos sustentável, com intervalos regulares e períodos de relaxamento, previne esgotamento. Manter alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e dormir adequadamente são aspectos tão importantes quanto o tempo dedicado aos livros. Definindo o melhor caminho Não existe escolha universalmente melhor entre Enem e vestibulares tradicionais. A decisão ideal depende dos objetivos individuais, preferências pessoais e situação específica de cada estudante. O Enem pode ser mais adequado para quem busca maximizar chances de ingresso, deseja flexibilidade para escolher entre várias universidades, pretende participar de programas governamentais ou prefere avaliações que valorizem interpretação. Vestibulares tradicionais podem ser mais interessantes para estudantes que já definiram a instituição onde desejam estudar, buscam cursos altamente concorridos em universidades específicas ou se identificam mais com provas que cobram conteúdos aprofundados. Ambas as opções representam caminhos válidos para o ensino superior. Com planejamento adequado, dedicação consistente e estratégias bem definidas, os estudantes podem preparar-se eficientemente para qualquer formato de avaliação. Para saber mais sobre Enem, visite https://www.orientacarreira.com.br/vestibular-e-enem/ e https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/enem/qual-a-diferenca-entre-vestibular-e-enem  


Data: 02/02/2026

Anglo Salto

Por que estudar na nossa Escola?

Com muita alegria, os alunos do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) do Colégio Anglo Cidade de Salto receberam os familiares e amigos para a realização da Noite dos Pais. O evento, com decoração de máscaras, teve como objetivo celebrar o programa “Líder em Mim” em nossa escola e apresentar os 8 hábitos de maneira dinâmica e significativa.

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