Enem e Sisu exigem cada vez mais preparo, reflexão e boas escolhas
O Enem e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) formam hoje a principal porta de entrada para o ensino superior público no Brasil, transformando o desempenho do estudante em oportunidades concretas de acesso à universidade. Enquanto o exame avalia competências, interpretação e capacidade de aplicar o conhecimento em contextos reais, o Sisu exige planejamento e estratégia na utilização da nota, já que as escolhas feitas durante o período de inscrições podem ser decisivas.
Planejamento e estratégia são decisivos no uso da nota do Sisu
Depois da divulgação do resultado do ENEM, muitos estudantes acreditam que a etapa mais difícil já passou. No entanto, o momento de usar a nota no Sisu exige tanta atenção quanto a preparação para a prova. A escolha do curso, da instituição e até do turno pode impactar diretamente as chances de aprovação, especialmente em um sistema dinâmico, que atualiza diariamente as notas de corte.
Essas estratégias são reforçadas em uma publicação do Guia do Estudante, um dos principais portais do trade educacional do país, que reúne orientações práticas sobre como utilizar a nota do Enem 2025 no Sisu. Confira matéria conta com a participação do coordenador do Curso Anglo, Heitor Ribeiro, https://guiadoestudante.abril.com.br/enem/confira-estrategias-de-como-utilizar-a-nota-do-enem-2025-no-sisu/.
O Exame Nacional do Ensino Médio
Mais do que avaliar o domínio de conteúdos específicos, o ENEM passou a exigir do estudante competências como interpretação, pensamento crítico, leitura de contexto e capacidade de relacionar informações de diferentes áreas. A edição de 2025 confirmou esse movimento e reforçou tendências que devem se manter — e até se intensificar — em 2026.
Para quem está no Ensino Médio, acompanhar essas mudanças é essencial. Para a escola, o desafio é ainda maior: transformar as exigências do exame em estratégias pedagógicas consistentes, como no Colégio Anglo Salto, que preparem o aluno ao longo de todo o ano confira nesta matéria Redação no topo do Enem | Colégio Anglo Salto
Como o Anglo Salto potencializa a preparação ao longo do ano
No colégio, a preparação para o ENEM é pensada como um processo contínuo. Simulados periódicos permitem que o aluno se familiarize com o formato da prova e aprenda a administrar o tempo, além de funcionarem como instrumentos de diagnóstico pedagógico. A partir deles, é possível identificar pontos fortes e aspectos que precisam de reforço.
Aulões, revisões temáticas e atividades multidisciplinares Interdisciplinaridade | Colégio Anglo Salto ajudam a consolidar conteúdos e a desenvolver a habilidade de relacionar diferentes áreas do conhecimento. Já o trabalho constante com redação garante que o aluno evolua gradualmente, ganhando segurança e clareza na construção de argumentos.
Outro aspecto fundamental é o estímulo ao pensamento crítico Redação | Colégio Anglo Salto. Projetos, debates e propostas que incentivam o aluno a questionar, argumentar e refletir contribuem diretamente para o desempenho no exame e para a formação cidadã.
O que a edição de 2025 deixou claro sobre o ENEM
Em 2025, o ENEM manteve seu formato consolidado, com provas extensas, textos longos e questões que exigiam atenção, leitura cuidadosa e capacidade de análise Redação Enem | Colégio Anglo Salto. O estudante foi constantemente convidado a interpretar gráficos, charges, reportagens, trechos literários e situações do cotidiano, conectando esses materiais aos conhecimentos construídos ao longo da trajetória escolar.
Esse modelo dialoga diretamente com as diretrizes do MEC e com a Base Nacional Comum Curricular, que defendem uma formação integral, baseada no desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais. Na prática, isso significa que saber o conteúdo continua sendo importante, mas não é suficiente. O diferencial está na capacidade de aplicar esse conhecimento em situações reais e contextualizadas.
A redação também seguiu como um dos pontos centrais do exame. O texto dissertativo-argumentativo exigiu clareza, organização das ideias, repertório sociocultural pertinente e uma proposta de intervenção bem estruturada, reforçando a importância da escrita como ferramenta de expressão e reflexão.
Expectativas para 2026 apontam continuidade e aprofundamento
As sinalizações para o ENEM 2026 indicam a manutenção desse modelo, com possível aprofundamento de temas ligados a questões sociais, cidadania, sustentabilidade, tecnologia, diversidade e saúde coletiva. São assuntos recorrentes em documentos oficiais, debates públicos e orientações educacionais, o que reforça a necessidade de o aluno estar atento ao mundo ao seu redor.
Isso significa que a preparação não pode se limitar ao estudo isolado das disciplinas. A leitura de atualidades Leitura livros Enem | Colégio Anglo Salto, a participação em debates Debate e Redação | Colégio Anglo Salto, o contato com diferentes linguagens e a construção de um repertório amplo se tornam elementos decisivos para um bom desempenho.
Nesse contexto, a escola assume um papel estratégico: ajudar o estudante a organizar esse conhecimento, transformar informação em aprendizado e desenvolver autonomia intelectual.
Preparar para o ENEM é preparar para escolhas futuras
O ENEM Enem ou vestibular | Colégio Anglo Salto não é apenas uma prova; é uma etapa decisiva na trajetória acadêmica de milhares de estudantes. Por isso, uma preparação bem estruturada faz diferença não apenas no resultado, mas na forma como o aluno enfrenta desafios, organiza seus estudos e projeta o futuro.
Ao alinhar conteúdo, prática constante e desenvolvimento de competências, o Anglo Salto oferece uma educação que prepara o estudante para o ENEM e para muito além dele, formando jovens confiantes, críticos e preparados para as próximas etapas da vida acadêmica.
Veja mais: Apoio Enem | Colégio Anglo Salto e Preparação Enem | Colégio Anglo Salto
Anglo Salto transforma o início do ano em um período de acolhimento
A volta às aulas costuma mexer com toda a família. Para os pais, é o momento de reorganizar horários, retomar a rotina e acompanhar as expectativas para o novo ano. Para os filhos, especialmente crianças e adolescentes, esse período vem carregado de emoções — nem sempre fáceis de entender ou de explicar.
É comum que, junto com a empolgação, apareça a ansiedade. Ela pode surgir como preocupação com as matérias, medo de não se adaptar à nova turma, receio de errar ou simplesmente como aquele “frio na barriga” típico dos recomeços. E tudo bem. O início do ano letivo é, antes de tudo, um momento de transição.
No Colégio Anglo Salto, esse movimento é visto com cuidado e atenção. A escola entende que aprender vai muito além dos conteúdos e que o emocional do aluno influencia diretamente sua relação com os estudos, com os colegas e consigo mesmo.
Ansiedade na volta às aulas: por que ela aparece?
A ansiedade não surge sem motivo. Para crianças e adolescentes, o começo do ano representa mudanças importantes: novos professores, aumento da complexidade das disciplinas, cobranças diferentes e, muitas vezes, novas relações sociais.
Mesmo alunos que gostam da escola podem se sentir inseguros. Alguns têm medo de não acompanhar o ritmo da turma, outros se preocupam com a aceitação do grupo. Há ainda aqueles que internalizam expectativas altas demais — próprias ou dos adultos ao redor.
Nem sempre a ansiedade é verbalizada. Ela pode aparecer em pequenas atitudes do dia a dia: dificuldade para dormir, irritação, dores de cabeça, resistência para ir à escola ou mudanças no apetite. Observar esses sinais é essencial para que o aluno receba o apoio necessário desde o início.
Como os pais podem ajudar em casa
A família tem um papel fundamental nesse processo. E, muitas vezes, não é preciso fazer grandes intervenções — pequenas atitudes já fazem diferença.
Criar um espaço de conversa é um bom começo. Perguntar como foi o dia, demonstrar interesse real e ouvir sem pressa ajudam o filho a se sentir seguro para falar sobre o que sente. Evitar comparações e cobranças excessivas no início do ano também contribui para reduzir a pressão.
Manter uma rotina equilibrada, com horários definidos para estudo, lazer e descanso, é outro ponto importante. O corpo e a mente precisam de tempo para se adaptar ao ritmo escolar. Incentivar hábitos saudáveis, como boa alimentação e sono adequado, também favorece o equilíbrio emocional.
Quando os pais mostram que confiam no processo e no desenvolvimento do filho, o estudante se sente mais confiante para enfrentar os desafios.
O acolhimento como parte do aprendizado no Anglo Salto
A escola entende que o aluno precisa se sentir confortável no ambiente escolar para que o aprendizado aconteça de forma significativa.
Nos primeiros dias, a prioridade é criar vínculos. Professores e equipe pedagógica se aproximam dos alunos, observam comportamentos e incentivam a integração entre as turmas. Esse olhar atento permite identificar quem precisa de mais apoio e oferecer orientação desde cedo.
A escola trabalha para que o aluno se sinta pertencente, respeitado e acolhido. Quando o estudante percebe que pode errar, perguntar e aprender no seu próprio ritmo, a ansiedade diminui e a confiança cresce.
Estratégias que ajudam o aluno a lidar com as emoções
Ao longo do ano, o Anglo Salto desenvolve práticas que incentivam o autoconhecimento e o cuidado emocional. Atividades que estimulam a escuta, a empatia e a organização da rotina ajudam os alunos a entenderem melhor seus sentimentos e a lidar com frustrações.
Essas ações ensinam, desde cedo, que sentir ansiedade não é um problema, mas algo que pode ser reconhecido e administrado. O aluno aprende a respirar, a pausar, a pedir ajuda e a buscar equilíbrio — habilidades que serão importantes não só na vida escolar, mas também fora dela.
Para os adolescentes, especialmente aqueles que enfrentam uma carga maior de estudos e responsabilidades, esse suporte emocional é ainda mais relevante. O acompanhamento próximo ajuda a reduzir a pressão e a construir uma relação mais saudável com os estudos.
Desafios fazem parte e ajudam a crescer
Com o passar dos meses, os desafios aumentam. Os conteúdos se tornam mais complexos, as avaliações exigem mais preparo e a autonomia do aluno passa a ser cada vez mais importante. Esse processo é natural e faz parte do amadurecimento.
O papel da escola, nesse momento, é orientar, apoiar e mostrar caminhos. O papel da família é incentivar, acolher e confiar. Juntos, escola e pais ajudam o aluno a desenvolver responsabilidade, organização e persistência, sem que isso se transforme em excesso de cobrança.
Aprender a lidar com desafios de forma equilibrada prepara o estudante para situações futuras, dentro e fora da escola.
Quando escola e família caminham juntas
O Colégio acredita que a educação acontece em parceria. Quando família e escola mantêm um diálogo aberto, o aluno percebe que há uma rede de apoio ao seu redor.
Essa união transmite segurança e fortalece a autoestima do estudante. Ele entende que não está sozinho, que pode contar com adultos atentos e que seus sentimentos são importantes.
Ao longo do ano, surgirão dificuldades, conquistas, descobertas e aprendizados. E cada etapa será vivida com mais tranquilidade quando o cuidado emocional estiver presente.
A escola se dedica a formar alunos preparados academicamente, emocionalmente e socialmente, oferecendo um ambiente acolhedor, humano e atento às necessidades de cada estudante.
Veja mais: Disciplina positiva | Colégio Anglo Salto e Acolhimento na escola | Colégio Anglo Salto
Aprendizagem significativa transforma o processo educativo
O cérebro humano aprende melhor quando estabelece conexões entre informações novas e experiências já vividas. Esse princípio, conhecido como aprendizagem significativa, ganha força especial quando família e escola trabalham juntas. Diferente da simples memorização, esse tipo de aprendizado cria vínculos profundos entre conhecimento e vida real, tornando o aprendizado permanente.
Pesquisas em neurociência mostram que experiências compartilhadas em família ativam áreas do cérebro responsáveis pela memória de longo prazo. Uma criança que visita uma horta com os pais, por exemplo, compreende fotossíntese de forma muito mais sólida do que apenas lendo sobre o tema. A diferença está na vivência concreta, que dá sentido ao conceito abstrato.
Quando a curiosidade encontra terreno fértil
A curiosidade natural das crianças precisa de ambiente adequado para florescer. Famílias que transformam situações cotidianas em oportunidades de aprendizado criam contexto rico para desenvolvimento intelectual. Cozinhar juntos ensina proporções matemáticas. Observar o céu em noites estreladas desperta interesse por astronomia. Organizar a reciclagem doméstica introduz conceitos de sustentabilidade. "Famílias que acolhem perguntas e exploram respostas junto com as crianças mantêm acesa a chama da curiosidade, elemento essencial para qualquer aprendizado verdadeiro", afirma Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto.
Estudos desenvolvidos pelo psicólogo Lev Vygotsky demonstram que a mediação conduzida por adultos tem papel fundamental na construção do conhecimento. Quando pais dedicam tempo para conversar sobre temas variados, respondem perguntas com seriedade e incentivam reflexões, estão desenvolvendo habilidades cognitivas essenciais nos filhos.
Diálogo como ferramenta de construção intelectual
Conversas à mesa, durante deslocamentos ou antes de dormir representam momentos valiosos de aprendizado. Nesses diálogos, crianças organizam pensamentos, expressam dúvidas, testam hipóteses e desenvolvem raciocínio lógico. O simples ato de explicar como foi o dia na escola já exercita memória, sequenciamento de ideias e habilidades narrativas.
Famílias que cultivam hábito do diálogo constroem pontes entre mundo interno da criança e conhecimentos escolares. Quando pais perguntam "o que você aprendeu hoje?" e realmente escutam a resposta, demonstram que aprender tem valor. Esse reconhecimento fortalece motivação intrínseca do estudante.
Jean Piaget, pioneiro nos estudos sobre desenvolvimento cognitivo, demonstrou que indivíduos só assimilam novos conhecimentos quando conseguem relacioná-los com estruturas mentais já existentes. Experiências familiares diversificadas ampliam repertório da criança, criando mais pontos de conexão possíveis com conteúdos escolares.
Rotina familiar e estrutura cognitiva
Estabelecer rotinas consistentes em casa contribui diretamente para aprendizado. Horários regulares para estudo, refeições e sono organizam o funcionamento cerebral. Essa previsibilidade reduz ansiedade e libera energia mental para processos de aprendizagem mais complexos.
Responsabilidades apropriadas à idade, como arrumar brinquedos ou ajudar a preparar lanche, desenvolvem autonomia e senso de competência. Crianças que participam ativamente da vida doméstica aprendem planejamento, sequenciamento de tarefas e resolução prática de problemas. "A estrutura familiar oferece segurança emocional necessária para que estudantes se arrisquem intelectualmente, façam perguntas difíceis e enfrentem desafios acadêmicos sem medo de errar", complementa Derval Fagundes de Oliveira.
Exemplo cotidiano vale mais que discurso
Crianças observam constantemente comportamento de adultos próximos, buscando modelos para formar própria identidade. Pais que demonstram valorização pelo conhecimento transmitem mensagem poderosa. Ler regularmente, buscar informações para resolver problemas, manifestar curiosidade sobre assuntos diversos - essas atitudes comunicam que aprender é processo contínuo e prazeroso.
O exemplo familiar também modela relação com erros e dificuldades. Adultos que encaram desafios com persistência, que admitem quando não sabem algo e partem em busca de respostas, ensinam filhos que aprendizagem envolve esforço e que dúvidas são naturais.
Afeto como base para desenvolvimento cognitivo
Vínculos afetivos seguros criam fundação sobre a qual todo aprendizado se constrói. Neurociência comprova que estresse crônico prejudica formação de novas memórias e capacidade de concentração. Crianças que crescem em ambientes emocionalmente estáveis apresentam melhor desempenho acadêmico.
Afeto não significa ausência de limites. Pelo contrário, regras claras e consistentes oferecem segurança psicológica. Crianças precisam saber o que se espera delas para desenvolverem autocontrole e capacidade de planejamento, habilidades essenciais para aprendizado autônomo.
Tempo de qualidade dedicado aos filhos fortalece autoestima e senso de pertencimento. Brincar junto, ouvir atentamente, participar de atividades que interessam à criança - essas interações aparentemente simples desenvolvem confiança necessária para enfrentar desafios intelectuais.
Experiências fora da sala de aula complementam ensino formal
Visitas a museus, bibliotecas, parques e outros espaços culturais expandem horizontes e contextualizam aprendizados escolares. Uma criança que conhece animais em zoológico ou aquário estabelece conexões muito mais ricas ao estudar biologia. Passeios por centros históricos tornam aulas de história tangíveis e memoráveis.
Mesmo atividades corriqueiras oferecem oportunidades educativas. Ir ao mercado envolve matemática (preços, quantidades, orçamento), leitura (rótulos, listas), geografia (origem dos produtos) e nutrição. Observar construções durante trajetos pela cidade introduz conceitos de arquitetura, engenharia e planejamento urbano.
Tecnologia como aliada quando bem utilizada
Recursos digitais podem potencializar aprendizado familiar quando usados intencionalmente. Documentários assistidos juntos geram conversas ricas. Aplicativos educativos permitem explorar temas de interesse da criança. Videochamadas com parentes distantes ampliam noção de geografia e diversidade cultural.
O importante é participação ativa dos adultos, mediando uso da tecnologia e ajudando a filtrar informações. Crianças precisam desenvolver pensamento crítico sobre conteúdos digitais, habilidade fundamental na sociedade contemporânea.
Parceria entre família e escola multiplica resultados
Quando pais conhecem propostas pedagógicas da escola e professores compreendem contexto familiar dos alunos, forma-se rede de apoio consistente. Comunicação regular e respeitosa entre essas duas instituições permite identificar rapidamente dificuldades e celebrar avanços.
Famílias que demonstram interesse genuíno pela vida escolar dos filhos, que comparecem a reuniões e eventos, que valorizam trabalho dos educadores, reforçam importância da educação. Esse envolvimento aumenta motivação dos estudantes e melhora rendimento acadêmico.
Aprendizagem significativa não acontece por acaso. Resulta de interação complexa entre disposição do aluno, qualidade do material educativo, metodologia pedagógica e suporte familiar. Famílias que oferecem experiências diversificadas, diálogo constante, exemplo positivo e afeto genuíno criam condições ideais para que crianças desenvolvam todo seu potencial intelectual e se tornem aprendizes autônomos para a vida toda.Para saber mais sobre aprendizagem significativa, visite https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-importancia-da-relacao-familia-e-escola.htm e https://revistaft.com.br/a-influencia-da-familia-no-processo-de-aprendizagem/