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A criatividade que transforma o conhecimento no Anglo Salto

Trabalhar com metodologias ativas que colocam o aluno no centro do processo de aprendizagem e tornam o conhecimento mais envolvente. É assim no Colégio Anglo Salto, escola onde as artes têm papel de grande valor, pois estimulam criatividade, sensibilidade e expressão. Essa proposta está alinhada à Base Nacional Comum Curricular, a BNCC, que orienta uma formação integral do estudante, considerando aspectos cognitivos, sociais, emocionais e culturais. Aprender fazendo   Nas aulas de Ciências, os alunos do 3º ano A estudaram a atmosfera e, para tornar o conteúdo mais concreto, participaram de uma atividade prática em que construíram foguetes e compreenderam como satélites são enviados ao espaço. A experiência ajudou a visualizar conceitos como gravidade, força e trajetória de maneira simples, aproximando o conteúdo da realidade. Esse tipo de vivência mostra como o aprendizado se torna mais eficiente quando o aluno participa ativamente. Em vez de apenas ouvir explicações, ele experimenta, testa ideias, observa resultados e faz relações com o que aprende em sala.   Muito mais interessante A arte também se destaca como parte importante do processo educativo. Um exemplo disso é a técnica de assemblagem, que consiste na criação de obras tridimensionais a partir da união de diferentes materiais. Os alunos do 1º ano participaram de uma atividade criativa utilizando cola, papel, papelão, linhas, sucatas, miçangas e palitos. O desafio foi ressignificar objetos do cotidiano e transformar aquilo que poderia ser descartado em produção artística. Além de estimular a criatividade, essa prática desenvolve coordenação motora, atenção, concentração e percepção estética. Também incentiva o cuidado com o meio ambiente, ao mostrar novas possibilidades de uso para materiais simples do dia a dia. Aprendizagem com sentido Ao integrar artes e conteúdos curriculares, o Anglo Salto promove uma experiência de aprendizagem mais completa e conectada com a realidade dos estudantes. As atividades estimulam diferentes formas de inteligência e permitem que cada aluno aprenda de maneira mais ativa e participativa. A BNCC reforça a importância de uma educação que desenvolva competências e habilidades para a vida, e não apenas a memorização de conteúdos. Nesse sentido, práticas como a construção de foguetes e a assemblagem, exemplos de inúmeras atividades pedagógicas aplicadas, fortalecem o papel da escola como espaço de criação, descoberta e construção do conhecimento. O resultado é um ambiente em que o aluno aprende fazendo, criando e refletindo, desenvolvendo não apenas conhecimento acadêmico, mas também habilidades importantes para o convívio social e para a vida em sociedade. Veja mais: Artes visuais para crianças | Colégio Anglo Salto e Arte e autoestima | Colégio Anglo Salto 


Data: 25/05/2026

Pensamento estratégico: como estimular

O pensamento estratégico é uma habilidade que permite à criança observar uma situação, identificar objetivos, comparar possibilidades e escolher caminhos para resolver problemas. Na infância, esse desenvolvimento ocorre em atividades simples da rotina, como brincar, organizar materiais, cumprir combinados, participar de jogos, lidar com regras e pensar em alternativas quando algo não acontece como esperado. Essa capacidade não surge pronta. Ela se forma aos poucos, conforme a criança vivencia situações em que precisa tentar, errar, ajustar ações e compreender consequências. Ao empilhar blocos, montar um quebra-cabeça, dividir brinquedos, escolher a ordem de uma tarefa ou encontrar uma solução para um conflito, a criança começa a exercitar formas iniciais de planejamento e tomada de decisão. O pensamento estratégico também está ligado ao desenvolvimento cognitivo. Para escolher um caminho, a criança mobiliza atenção, memória, linguagem, raciocínio lógico, criatividade e flexibilidade. Ela precisa entender o que está acontecendo, pensar no que deseja alcançar e avaliar quais recursos tem disponíveis.   Como essa habilidade aparece no cotidiano Na rotina infantil, o pensamento estratégico pode ser percebido em situações concretas. Uma criança que decide como organizar os brinquedos, pensa em uma forma de vencer um jogo, combina regras de uma brincadeira ou tenta descobrir por que uma construção caiu está analisando possibilidades e ajustando ações. Esse processo também ocorre quando ela organiza a mochila, separa materiais para uma atividade, pensa em como terminar uma tarefa em menos tempo ou busca uma alternativa depois de receber uma orientação. Em todos esses casos, há algum grau de análise, planejamento e escolha. “A criança desenvolve pensamento estratégico quando tem oportunidade de pensar sobre o que faz, testar soluções e compreender por que uma escolha funcionou ou não”, detalha Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto, de Salto (SP). A atuação dos adultos é importante nesse processo. Pais, responsáveis e educadores podem orientar, garantir segurança e propor desafios adequados. Ao mesmo tempo, precisam evitar oferecer respostas prontas para todas as situações. Quando a criança participa da resolução de problemas, amplia sua autonomia e aprende a avaliar consequências.   Brincadeiras e jogos favorecem o planejamento A brincadeira tem papel central no desenvolvimento do pensamento estratégico. Jogos de construção, faz de conta, desafios de lógica, atividades com regras e brincadeiras coletivas exigem observação, negociação, antecipação e adaptação. Em jogos com regras, a criança precisa esperar sua vez, compreender objetivos, respeitar limites e mudar sua conduta conforme o andamento da atividade. Em brincadeiras de faz de conta, organiza papéis, combina sequências e adapta a narrativa à participação dos colegas. Em jogos de tabuleiro, trabalha memória, atenção, análise de possibilidades e tomada de decisão. Essas experiências não precisam ter formato escolarizado para contribuir com o desenvolvimento. A criança aprende quando participa, testa hipóteses, percebe resultados e tenta novamente. O erro tem função importante, porque permite revisar o caminho escolhido e buscar outra alternativa. Atividades artísticas, leitura de histórias, experiências simples de ciências e projetos em grupo também favorecem essa competência. Ao desenhar, construir uma sequência narrativa, planejar uma apresentação ou participar de uma atividade coletiva, a criança precisa fazer escolhas, organizar etapas e ajustar resultados.   Escola amplia oportunidades de análise No ambiente escolar, o pensamento estratégico aparece em diferentes áreas do conhecimento. Em matemática, está presente na resolução de problemas, na escolha de procedimentos e na verificação de resultados. Em língua portuguesa, contribui para interpretação de textos, organização de ideias e planejamento da escrita. Em ciências, aparece na formulação de hipóteses, na observação de fenômenos e na comparação de conclusões. Essa habilidade também se desenvolve em debates, pesquisas, projetos, jogos pedagógicos, atividades colaborativas e situações que exigem investigação. Quando o estudante participa da construção de caminhos para resolver uma questão, aprende a analisar o processo, e não apenas a buscar uma resposta final. A mediação do professor qualifica esse aprendizado. Ao perguntar como o aluno chegou a determinada resposta, que outra estratégia poderia ser usada ou em que parte da tarefa surgiu a dificuldade, o educador ajuda a tornar o raciocínio mais visível. Esse tipo de intervenção favorece a compreensão do próprio modo de pensar. Segundo Derval Fagundes de Oliveira, o acompanhamento adulto deve valorizar o processo de aprendizagem. “Quando o aluno é orientado a explicar seu raciocínio, ele passa a perceber etapas, erros e alternativas. Isso fortalece a autonomia e melhora a forma como enfrenta novos desafios”, destaca.   Autonomia exige espaço para tentativa Estimular o pensamento estratégico não significa antecipar cobranças adultas nem exigir desempenho acima da idade. Crianças precisam de desafios possíveis, tempo para elaborar respostas e apoio para lidar com frustrações. O objetivo é oferecer oportunidades para que pensem antes de agir, planejem pequenas ações e aprendam com os resultados. A autonomia se desenvolve quando a criança compreende processos, participa de decisões e assume pequenas responsabilidades. Em casa, isso pode ocorrer ao escolher a ordem de algumas tarefas, organizar materiais, combinar regras de uso de brinquedos ou pensar em soluções para problemas simples da rotina. Perguntas feitas pelos adultos ajudam nesse processo. Em vez de resolver tudo de imediato, a família pode perguntar o que a criança pretende fazer primeiro, que outra solução poderia tentar, o que aconteceu na tentativa anterior ou qual consequência determinada escolha pode gerar. Essas perguntas orientam sem retirar a participação infantil. Também é importante observar sinais de dificuldade. Dependência excessiva de ajuda, abandono rápido de atividades, resistência intensa diante de desafios, impulsividade frequente e dificuldade para pensar em alternativas podem indicar necessidade de mediação mais clara. Esses comportamentos não devem ser interpretados automaticamente como desinteresse.   Convivência também desenvolve estratégia A vida em grupo oferece oportunidades constantes para o pensamento estratégico. Em atividades coletivas, a criança precisa negociar, ouvir opiniões, dividir funções, esperar, argumentar, ceder e reorganizar decisões. Essas experiências mostram que escolhas individuais podem afetar outras pessoas. Na escola, trabalhos em grupo e projetos colaborativos exigem planejamento, comunicação e responsabilidade. Para que essas atividades funcionem bem, os alunos precisam entender objetivos, combinar etapas, cumprir tarefas e lidar com divergências. A orientação dos educadores evita que alguns estudantes assumam todas as funções enquanto outros se afastam do processo. Família e escola contribuem quando oferecem desafios adequados e acompanham a forma como a criança lida com eles. O pensamento estratégico se fortalece em experiências repetidas, com orientação, espaço para tentativa e análise das consequências. Na rotina escolar e familiar, pequenas decisões podem ajudar a criança a organizar ideias, resolver problemas e participar com mais autonomia das atividades do dia a dia. Para saber mais sobre o assunto, visite: https://g1.globo.com/educacao/noticia/como-usar-brincadeiras-para-ensinar-habilidades-essenciais-a-criancas-segundo-harvard.ghtml  e https://institutoneurosaber.com.br/artigos/crescendo-com-sucesso-estrategias-praticas-para-o-desenvolvimento-infantil/    


Data: 22/05/2026

Interpretação de texto começa na rotina

A interpretação de texto se desenvolve quando crianças e adolescentes leem, conversam sobre o que foi lido, relacionam informações e aprendem a identificar sentidos explícitos e implícitos. Essa habilidade não depende apenas da leitura correta das palavras. Ela exige atenção, vocabulário, repertório, memória, capacidade de inferência e compreensão do contexto. No início da alfabetização, é comum que a criança concentre esforço na decodificação. Ela aprende a juntar letras, reconhecer sílabas, formar palavras e ler frases simples. Esse avanço é essencial, mas não garante, sozinho, a compreensão. Um aluno pode ler em voz alta com relativa fluência e ainda ter dificuldade para explicar o significado do texto, identificar a ideia principal ou responder a uma pergunta sobre o conteúdo. Por isso, a interpretação precisa ser estimulada de forma contínua, em casa e na escola. O contato com livros, notícias, quadrinhos, receitas, tirinhas, propagandas, gráficos, enunciados e textos digitais ajuda o estudante a compreender que cada gênero exige uma forma de leitura.   Leitura mecânica e leitura compreensiva A passagem da leitura mecânica para a leitura compreensiva ocorre aos poucos. Primeiro, o estudante identifica informações que aparecem de forma direta no texto, como personagens, lugares, datas, ações e fatos principais. Depois, passa a fazer relações entre ideias, perceber causas e consequências, reconhecer intenções e formular conclusões a partir de pistas. Quando a compreensão literal é frágil, o aluno tende a responder de forma vaga, confundir informações ou se apoiar em impressões sem voltar ao texto. Por isso, perguntas simples continuam importantes, especialmente nas primeiras etapas. Elas ajudam a criança a localizar dados, organizar a sequência dos acontecimentos e perceber o que é central. Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto, de Salto (SP), observa que interpretar bem exige acompanhamento e prática: “A criança precisa aprender a voltar ao texto, localizar informações, comparar trechos e explicar com as próprias palavras o que compreendeu”.   O papel das conversas em casa A família pode estimular a interpretação de texto sem transformar a leitura em tarefa escolar. Depois de uma história, notícia ou vídeo informativo, perguntas sobre o conteúdo ajudam a criança a organizar ideias. O adulto pode perguntar o que aconteceu primeiro, por que determinado personagem agiu de certa forma, qual informação chamou atenção ou o que poderia acontecer em seguida. Essas conversas trabalham memória, raciocínio e linguagem. Também ajudam a criança a perceber que ler não significa apenas terminar páginas, mas compreender, relacionar e comentar informações. A constância é mais importante do que longos períodos esporádicos. Poucos minutos diários de leitura, acompanhados de conversa, costumam ser mais eficazes do que uma atividade extensa feita sem regularidade. Para crianças pequenas, a leitura compartilhada permite explicar palavras desconhecidas, mostrar imagens e acompanhar a sequência narrativa. Para adolescentes, textos ligados a temas de interesse podem abrir espaço para discussões sobre opinião, informação, fontes e argumentos.   Vocabulário e repertório influenciam a compreensão A interpretação de texto depende do vocabulário. Quando muitas palavras são desconhecidas, a leitura fica interrompida e o sentido pode se perder. A ampliação lexical acontece pelo contato frequente com textos, mas também pelas conversas, explicações, comparações de palavras e uso de sinônimos em situações concretas. O repertório também interfere no desempenho. Um estudante compreende melhor um texto sobre meio ambiente, esportes, tecnologia, alimentação ou história quando já possui alguma informação sobre o tema. Esse repertório pode ser ampliado por livros, aulas, filmes, visitas, notícias, pesquisas e experiências do cotidiano. Na escola, esse processo deve ocorrer em diferentes disciplinas. A interpretação não aparece apenas nas aulas de língua portuguesa. Ela também interfere em matemática, ciências, história, geografia e artes. Muitos erros em atividades e avaliações decorrem da dificuldade de entender enunciados, comandos, gráficos, tabelas ou relações entre informações.   Estratégias usadas na escola A leitura guiada é uma das práticas mais úteis para desenvolver a interpretação. Antes da leitura, o professor pode explorar o título, levantar conhecimentos prévios e propor hipóteses. Durante o texto, pode fazer pausas para verificar a compreensão, explicar termos importantes e destacar pistas. Depois, pode pedir sínteses, promover debates e retomar trechos específicos. Outra estratégia importante é trabalhar ideias principais e palavras-chave. Muitos alunos têm dificuldade para separar o essencial do acessório. Ao aprender a identificar o tema central, reconhecer informações de apoio e selecionar trechos relevantes, o estudante melhora sua capacidade de síntese e passa a estudar com mais autonomia. A produção de resumos e recontagens também contribui para esse desenvolvimento. Quando o aluno precisa explicar o conteúdo com as próprias palavras, mostra o que entendeu e revela possíveis lacunas de compreensão. Em crianças menores, a recontagem ajuda a organizar começo, meio e fim. Em estudantes mais velhos, o resumo favorece seleção de informações, objetividade e organização do pensamento. Segundo Derval Fagundes de Oliveira, a interpretação avança quando o estudante é levado a justificar suas respostas. “Não basta perguntar o que o aluno achou. É importante pedir que ele mostre quais informações do texto sustentam aquela compreensão”, explica.   Atenção aos textos digitais A leitura em telas faz parte da rotina de crianças e adolescentes. Mensagens, posts, vídeos, manchetes, comentários e imagens exigem leitura rápida, mas também pedem cuidado. Interpretar textos digitais envolve verificar contexto, identificar intenção, diferenciar fato de opinião e avaliar a confiabilidade da informação. Esse aprendizado é especialmente importante na adolescência, quando os alunos passam a lidar com maior volume de conteúdo e opiniões divergentes. A escola e a família podem orientar o estudante a comparar fontes, observar títulos sensacionalistas, desconfiar de informações sem autoria clara e perceber estratégias de persuasão. Também é necessário observar sinais de dificuldade. Respostas muito superficiais, confusão ao explicar o que foi lido, dificuldade para seguir enunciados, baixa retenção de informações e dependência constante de ajuda podem indicar necessidade de apoio. Esses sinais não devem ser tratados automaticamente como falta de interesse. A interpretação de texto se fortalece quando leitura, escrita, escuta e oralidade aparecem juntas na rotina. Ler, comentar, recontar, resumir, comparar ideias e escrever sobre o que foi compreendido são práticas que ajudam o estudante a organizar melhor o pensamento e a lidar com diferentes conteúdos escolares. Para saber mais sobre o assunto, visite:  https://institutoneurosaber.com.br/artigos/como-incentivar-a-crianca-a-ler-e-interpretar-textos/ e https://novaescola.org.br/conteudo/21347/interpretacao-de-texto-intervencoes-para-garantir-o-avanco-da-turma  


Data: 20/05/2026

Anglo Salto

Por que estudar na nossa Escola?

Com muita alegria, os alunos do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) do Colégio Anglo Cidade de Salto receberam os familiares e amigos para a realização da Noite dos Pais. O evento, com decoração de máscaras, teve como objetivo celebrar o programa “Líder em Mim” em nossa escola e apresentar os 8 hábitos de maneira dinâmica e significativa.

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